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quarta-feira, 1 de abril de 2020

Cores primárias

Nas artes, definimos como cores primárias aquelas que não podem ser obtidas mediante mistura de nenhuma outra cor. Essas cores são o amarelo, o azul e o vermelho. É por meio da mistura dessas três cores que obtemos as outras.
Essa é a definição que aprendemos nas aulas de Artes na escola, que é baseada na teoria dos pigmentos, ou seja, formação de cores pela pigmentação. Por exemplo, a mistura da tinta amarela com uma tinta vermelha gera a cor laranja.

Classificação das cores

Tradicionalmente, as cores são classificadas em primárias, secundárias e terciárias. Veja como cada cor é formada na teoria dos pigmentos.
As cores podem ser classificadas como primárias, secundárias e terciárias.
As cores podem ser classificadas como primárias, secundárias e terciárias.

Cores primárias

Cores primárias ou puras são aquelas que não podem ser obtidas por meio de outras misturas. São elas:
Amarelo
Azul
Vermelho

Cores secundárias

Cores secundárias são geradas por meio da mistura de duas cores primárias.
Amarelo + vermelho = laranja
Vermelho + azul = roxo ou violeta
Azul + amarelo = verde

Cores terciárias

As cores terciárias são geradas pela mistura de uma cor primária com uma cor secundária.
Vermelho + roxo = vermelho-arroxeado (similar ao vinho)
Vermelho + laranja = vermelho-alaranjado ou laranja-escuro
Amarelo + verde = amarelo-esverdeado ou verde-claro
Amarelo + laranja = amarelo-alaranjado (similar ao bege)
Azul + roxo = azul-arroxeado
Azul + verde = azul-esverdeado (similar ao verde-água)

Cores frias, quentes e neutras

As cores também podem ser denominadas pela sua “temperatura”, ou seja, de acordo com a transmissão de sensações gerada pela tonalidade. Nesse caso, elas são chamadas de neutras, quentes e frias. Confira como é a classificação:
Cores neutras: são as cores que possuem pouca reflexão da luz.
Ex.: tons de cinza e de marrom.
Cores quentes: são as cores que podem transmitir uma sensação de calor.
Ex.: vermelho, laranja e amarelo.
Cores frias: são as cores que transmitem sensação de frio.
Ex.: azul, verde e violeta.

Síntese aditiva e subtrativa

A teoria dos pigmentos não é a única utilizada para a definição das cores primárias, pois as cores também podem ser formadas a partir da luz. Na teoria da cor-luz ou cor-energia, as cores primárias acabam mudando para o vermelho, verde e azul. Com base nesse princípio, surge o sistema de cores-luz, formado pela síntese aditiva e subtrativa.

Síntese aditiva

União das cores resulta em uma luz de cor branca.
União das cores resulta em uma luz de cor branca.
Síntese aditiva ou tríade aditiva são as cores primárias de luz: o vermelho, verde e azul. A união dessas três cores forma a luz branca. Na informática, essas três cores são mais conhecidas como sistema RGB, que deriva das cores no inglês red (vermelho), green (verde) e blue (azul) e, quando combinadas, podem produzir a sensação visual de outras cores.
A principal função do sistema RGB está em reproduzir as cores nos dispositivos eletrônicos. As televisões, computadores, projetores, câmeras digitais, entre outros, transmitem as imagens utilizando esse sistema.

Síntese subtrativa

Na síntese subtrativa ou tríade subtrativa, as cores primárias são o ciano, o magenta e o amarelo. Elas recebem esse nome em consequência de suas misturas resultarem no preto, ou seja, ausência de luz.

Quando essas cores são misturadas em intensidades diferentes, conseguem alcançar uma alta quantidade de tons. Esse sistema é conhecido como CMYK, que corresponde às cores cian (ciano), magenta (rosa), yellow (amarelo) e black (preto).
União das cores resulta no tom preto.
União das cores resulta no tom preto.
As cores do sistema CMYK vêm da parte da luz que não é absorvida. Nesse caso, a principal função do CMYK é reproduzir as cores em materiais impressos, sendo utilizado nas impressoras, fotocopiadoras etc.

Sistemas envolvem as cores aditivas e subtrativas.
*Não existe uma teoria concreta sobre o uso do K para representar a cor preta (black). Alguns pesquisadores afirmam que o 'K' é usado como referência a palavra 'Key', que significa 'Chave' no inglês, e o preto é tido como cor-chave na indústria gráfica. A outra teoria afirma que a letra 'K' foi escolhida porque o 'B' é usado pelo azul (blue) do sistema RGB.

Cores primárias para a Física

Para a Física, as cores primárias já tiveram diferentes interpretações. A primeira delas, teorizada por Isaac Newton, explicava que as cores primárias seriam as sete cores mais distinguíveis do arco-íris. A partir da combinação dessas cores, Newton produziu novos tons e, dessa forma, julgou-as como cores primárias.
Thomas Young, por sua vez, entendia a luz de forma diferente: Young interpretava como uma onda e provou que a combinação de três frequências específicas de ondas, correspondentes às cores azul, verde e vermelho, seria capaz de produzir todas as demais cores do espectro visível.
Alguns anos depois, a teoria de Young foi aprimorada pelo alemão Hermann van Helmholtz: para ele, as cores eram produzidas a partir da combinação de apenas três frequências de luz, uma vez que o olho humano seria muito mais sensível a elas. Sua conclusão foi que o olho humano deveria apresentar somente três tipos de receptores de cor (células especializadas na captação de luz).
A teoria de Helmholtz ficou conhecida como teoria tricromática e foi posteriormente confirmada pelos experimentos feitos por James Clerk Maxwell, que envolviam a percepção das cores em discos que rotacionavam em alta velocidade. Graças a esses estudos, atualmente a Física entende que a existência das cores primárias está relacionada à limitação sensorial do olho humano.

Por Giullya Franco
Jornalista
As cores podem ser formadas por meio da pigmentação e por meio da luz.
As cores podem ser formadas por meio da pigmentação e por meio da luz.


Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
FRANCO, Giullya. "Cores primárias"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/artes/cores-primarias.htm. Acesso em 01 de abril de 2020.


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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

0045.a. Cores Complementares

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cores complementares são cores que, em certo sentido, são opostas umas às outras. A acepção dessas cores varia dentro da ciência das cores, na arte e no processo de impressão.

Concepção científica

Mapa de cores. Cada cor tem sua correspondente complementar na extremidade oposta.Na ciência das cores, duas cores são chamadas complementares se, quando misturadas, produzem o preto, o branco ou alguma graduação de cinza. Nos sistemas de cores mais perceptíveis, o branco está no centro do espectro e as cores complementares se situam uma ao lado oposto da outra. O exemplo mais claro é o sistema HSV, no qual as cores complementares estão em lados opostos no disco de cores.

Na maioria das discussões a respeito de cores complementares, somente as cores com completo brilho e saturação são consideradas. Assim, uma cor primária sempre terá uma cor secundária como complementar e vice-versa. A cor secundária complementar de uma cor primária é aquela formada pelas outras duas cores primárias. Cores terciárias sempre têm outra cor terciária como complementar.





Vermelho e ciano
Verde e magenta
Azul e amarelo






Os resultados acima podem ser obtidos, quando, por exemplo, o sistema utilizado for RGB e o intervalo de valores igual a [0 255], executando a operação 255 - [vetor de cores]. Ex: Azul em RGB = [0 0 255], 255 - Azul = 255 - [0 0 255] = [255 255 0] = Amarelo.

Imagens negativas
Quando alguém fixa os olhos em uma cor única por um período de tempo (30 segundos até um minuto são suficientes) e depois olha para uma superfície branca, uma imagem com a cor complementar vai aparecer. Isto ocorre porque os fotorreceptores de uma cor na retina são fatigados, perdendo a habilidade de enviar informação ao cérebro. Quando a luz branca é vista, as porções daquela cor incidentes no olho não são transmitidas eficientemente como as outras cores, e o resultado é a ilusão de ver a cor complementar. Quando os receptores permanecem em repouso por algum tempo, a ilusão desaparece.

Concepção artística

Cores complementares segundo a concepção artística.
Como no decorrer da história havia poucos pigmentos disponíveis - cores como o magenta e o ciano são muito raras na natureza - os artistas ainda hoje costumam usar outros pares de cores complementares, a saber:





Azul e laranja
Vermelho e verde
Amarelo e violeta (ou roxo)






Como acontece na ciência das cores, cada cor primária tem uma secundária por complementar e vice-versa. Ao juntar uma com outra, obtém-se alguma tonalidade de cinza ou marrom.

O uso de cores complementares é um aspecto importante para a beleza na arte e no design gráfico. Quando são colocadas uma ao lado da outra, os complementos aparecem contrastantes. No disco artístico, as cores complementares são colocadas no lado oposto uma da outra. Embora essa concepção artística não se enquadre rigorosamente dentro da definição científica de cores, a maioria dos discos de cores na arte são dispostas de maneira semelhante ao sistema HSV.


Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês.
Alexandre Fester.


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Cores terciária


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Cor terciária é uma cor composta por uma cor primária e uma cor secundária. São ao todo seis cores, a saber:


Laranja = vermelho + amarelo
Oliva = verde + amarelo
Turquesa = verde + ciano
Celeste = azul + ciano
Violeta = azul + magenta
Cor de rosa = vermelho + magenta
A definição das cores terciárias independe de o caso ser aditivo (RGB) ou subtrativo (CMY), as cores são sempre as mesmas, e com as mesmas combinações.


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domingo, 15 de agosto de 2010

Cor terciária



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(Redirecionado de Cores terciárias)
Cores terciáriasCor terciária é uma cor composta por uma cor primária e uma cor secundária. São ao todo seis cores, a saber:

Laranja = vermelho + amarelo
Oliva = verde + amarelo
Turquesa = verde + ciano
Celeste = azul + ciano
Violeta = azul + magenta
Cor de rosa = vermelho + magenta
A definição das cores terciárias independe de o caso ser aditivo (RGB) ou subtrativo (CMY), as cores são sempre as mesmas, e com as mesmas combinações.


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Cor secundária



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(Redirecionado de Cores secundárias)
Cores secundárias são as cores que se formam pela mistura de duas cores primárias, em partes iguais.

No início, a teoria dos pigmentos era restrita à pintura. Os antigos pintores já faziam misturas antes da moderna ciência das cores, e as tintas usadas até então eram poucas. No sistema RYB, que emprega a teoria das cores de Leonardo da Vinci, as cores secundárias são:

Verde - formado por azul e amarelo
Laranja - formado por amarelo e vermelho
Violeta (ou púrpura) - formado por azul e vermelho
Modernamente, contudo, considera-se dois casos de classificação de cores: o aditivo (ou luminoso) e o subtrativo (ou refletivo), uma vez que o sistema RYB não representa de fato todas as cores perceptíveis pelo olho humano. As cores primárias de um caso são secundárias do outro, e vice-versa.

No caso subtrativo (sistema CMYK), usado em impressão gráfica, as cores primárias são:

Ciano - formado por azul e verde
Magenta - formado por azul e vermelho
Amarelo - formado por vermelho e verde
A letra "K" representa a tinta preta (black), que não é considerada cor, porém serve como reforço.

No caso aditivo (sistema RGB), usado em fontes de luzes, as cores primárias são:

Vermelho - formado por magenta e amarelo
Verde - formado por ciano e amarelo
Azul - formado por ciano e magenta


ESCOLA:GETULIO VARGAS DATA:03/05/2010 ALUNO:RAIMUNDO BRITO DA SILVA JUNIOR PRÓ:CARMINHA
ATIVIDADE DE ARTES
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Cor-Luz



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Cores Complementares

Cores Complementares


A União dessas cores no círculo cromático são as primárias e segundárias
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Cores Pigmento



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Cores Primárias e Secundárias


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Cores Primárias


Cores primárias:Amarelo, Magenta ou (vermelha) e azul ou (ciano).


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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

0047. APROVEITANDO A BELEZA DA COR

APROVEITANDO A BELEZA DA COR
Numa época como a Nossa, a cor já deixou de ser o artigo de luxo que foi em séculos passados. Hoje somos inundados pela cor manufaturada - estamos rodeados, imersos, nadando num mar de cores. A quantidade pura e simples talvez represente um risco de que a cor venha a perder um pouco do seu caráter mágico. A meu ver, o uso da cor em desenhos e em pinturas nos ajuda a recapturar sua beleza e a volta a vivenciar a fascinação quase hipnótica que um dia exerceu sobre nós.
Já em épocas remotas, o ser humano, o ser humano construía objetos coloridos, mas nunca em quantidades tão grandes como agora. Nos séculos passados, os donos de objetos coloridos eram em sua maioria uns poucos ricos ou poderosos. Não havia cores para as pessoas comuns, exceto as que se viam no mundo natural e nas igrejas e catedrais. As cabanas e o mobiliário eram feitos com materiais naturais -lama, madeira e pedra. Os tecidos de fibras feitos em casa geralmente conservam as cores neutras das fibras originais ou, quando eram tingidos com corantes vegetais, costumavam logo ficar mais claros e desbotar. Para a maioria das pessoas, um pedaço de fita de cor vibrante, uma fita de chapéu enfeitada de contas, ou um cinto com bordados vivos era m tesouro para ser guardado com muito carinho.
Que contraste com o mundo fluorescente em que vivemos hoje! Em cada canto nos deparamos com cores feitas pelo homem: a televisão e os filmes em cores, prédios pintados de cores vias por dentro e por fora, luzes coloridas e cintilantes, autdoors nas ruas, revistas e livros com todas as cores, até jornais com imagens coloridas de página inteira. Tecidos muito coloridos que teriam o valor de uma jóia e que no passado teriam sido um privilégio da realeza hoje podem pertencer a praticamente qualquer um, seja ele rico ou pobre. Assim sobrou muito pouco daquela antiga sensação especial de embevecimento diante da cor. A variedade nunca parece ser grande demais - pelo menos por enquanto. É verdade que muitos protestaram contra a “colorização” de filmes de época originalmente produzidos em preto - e branco. Contudo, a força do comércio venceu preferiu as versões coloridas.
Mas para que serve tanta cor? No mundo natural dos animais, dos pássaros e das plantas, as cores sempre têm um objetivo - atrair, repelir, esconder, comunicar, avisar ou garantir a sobrevivência. Para o ser humano de hoje, será que a cor chegou mesmo perto de começar a perder seus objetivos e significados? Agora que dispomos deste enorme número de cores manufaturadas, será que em geral elas estão sendo usadas de maneira indiscriminada? Ou será que desubliminar, (Que é inferior, ou que não ultrapassa o limiar. Estímulo não muito intenso que não passa do limiar da consciência.), o objetivo e o significado ainda são inerentes á cor como um resquício de nossa herança biológica? Será que houve algum motivo para eu preferir vestir uma roupa azul hoje?
E o que vem a ser cor?
Uma experiência objetiva, como nos diz os cientistas, uma sensação mental que só poderá ocorrer sob três condições: que haja um observador, um objeto, e iluminação suficiente na faixa de ondas estreita conhecida como “aspectro visível?” Não há dúvidas de que o mundo fica com tonalidades cinzentas ao anoitecer. Será que o mundo não tem mesmo cor, e apenas parece ficar repleto de cores outra vez quando acendemos as luzes?
Se a cor é mesmo uma sensação mental, como é que ela acontece? Os cientistas no dizem que quando a luz incide sobre um objeto, por exemplo, uma laranja, a superfície da laranja tem a propriedade de absorver todas as ondas ao longo do aspectro, exceto aquela que causa a sensação mental que chamamos de cor de laranja “, quando é refletida de volta para nossos olhos e processada pelo o sistema visual”. Meu lápis tem uma camada de uma substância química (tinta) que absorve todas as ondas, exceto aquela que, quando se reflete de volta para meus olhos, é o “amarelo”. A laranja é mesmo alaranjada? O lápis é mesmo amarelo? Impossível saber, por que não podemos sair do nosso próprio sistema de olhos/ cérebro/ mente para descobrir. Mas sabemos que quando o sol se põe às cores desaparecem.


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