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Somos Arte
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Arte roubada por nazistas é tema de filme
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Alemanha publica lista com 25 obras que podem ter sido roubadas por nazistas
Alemanha publica lista com 25 obras que podem ter sido roubadas por nazistas
| Reuters | ||
| 12 das 25 obras divulgadas nesta terça-feira (12) pelo governo alemão; elas fazem parte do 'tesouro de Munique' |
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
China forja mercado de arte
| Adam Dean/The New York Times |
Houve também uma série de furtos de antiguidades chinesas em museus. Surgiu um mercado negro de artefatos, com chamados ladrões de túmulos escavando tesouros enterrados que possam vender.
O interesse em reparar os pontos fracos do mercado pode ter contribuído para a decisão recente da China de afrouxar as regras que dificultam o acesso das casas de leilão ocidentais ao mercado chinês.
Analistas dizem que a revenda de obras de arte contribui para o problema de inadimplência do mercado. Antes de um leilão, um comprador pode encontrar um colecionador interessado numa obra. Ele pode fazer lances e arrematar o trabalho, mas negar-se a pagar por ele se seu trato com o colecionador não se concretizar.
E há os problemas de pagamento que surgem porque o mercado de arte chinês é jovem, economicamente falando, e seus compradores adquiriram seu dinheiro recentemente. "Ainda existe uma grande diferença entre Oriente e Ocidente no entendimento dos leilões -sobre se elevar uma placa de oferta num leilão constitui ou não um contrato legalmente válido", disse Philip Tinari, do Centro Ullens de Arte Contemporânea, em Pequim. "Alguma jovem atriz compra um lote de pinturas num leilão, sai do local e fala 'não quero os números 13, 11, 7, 6 e 5'. Acontece o tempo todo."
Mesmo com as fraudes e falsificações, muitos colecionadores e investidores dizem que o mercado vale a pena. Mas o artista, crítico e curador Jiang Yinfeng disse que as pessoas que têm pouca experiência podem sofrer em um mercado tão superaquecido. "Alguns de meus amigos usam suas próprias casas como garantia para comprar obras de arte", contou. "Outros contraem empréstimos com juros altos."
O uso de arte para pagar propinas a funcionários governamentais é algo tão corriqueiro que os chineses cunharam um termo para descrever esse tipo de corrupção estética: é o "yahui", ou "suborno elegante".
"Quem está presente no mercado de leilões?" perguntou Li Yanjun, especialista e autenticador de obras de arte na Universidade Oriental de Pequim. "Funcionários do governo. Eles se escondem e mandam outras pessoas fazer lances por eles ou então compram todas as obras."
Fonte: Folha de SP 05.11.13
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Telas roubadas de museu em Roterdã podem ter sido incineradas por mãe de ladrão
Telas roubadas de museu em Roterdã podem ter sido incineradas por mãe de ladrão
| Associated Press | ||
| "A Ponte de Waterloo", de Claude Monet, um dos quadros roubados na Holanda |
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Polícia Federal encontra na Argentina conjunto de obras de Henri Matisse
Delegado da Polícia Federal foi para a Argentina com a missão de buscar um lote de livros e gravuras roubados de bibliotecas brasileiras e encontrou 20 gravuras originais de Matisse no meio do material.
A Polícia Federal encontrou na Argentina um conjunto de obras do francês Henri Matisse, que havia sido roubado no Brasil.
Foi por acaso. O delegado da Polícia Federal foi enviado a Puerto Iguazu, na Argentina, para trazer de volta um lote de livros dos séculos 17 e 18 e gravuras roubados há cinco anos de bibliotecas brasileiras, e que tinham sido apreendidos pela polícia de lá.
No meio do material, encontrou 20 gravuras originais de Henri Matisse, o pintor e escultor francês, conhecido pelo uso da cor e do movimento. São 20 figuras coloridas e recortadas que retratam personagens do circo e ilustram poemas. A coleção foi chamada de Jazz.
Matisse tinha 76 anos quando criou essas pranchas. O pintor estava doente e tinha sido proibido pelos médicos de trabalhar com tinta a óleo, que é tóxica. Por isso passou a fazer colagens e recortes com papel colorido. Em 1947 foi feita uma tiragem de 250 exemplares numerados e assinados, um a um, por Henri Matisse. Cinco desses álbuns vieram para o Brasil.
A leiloeira especializada em arte Soraia Cals calcula que o conjunto de pranchas valha em torno de US$ 250 mil, mais de R$ 400 mil, no mercado internacional.
“Foi a recuperação de um tesouro. Realmente, foi uma apreensão extraordinária”, diz Soraia Cals.
Se os donos da coleção não forem identificados, as pranchas Jazz devem ficar com uma instituição publica do Rio de Janeiro.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Escultura de Rodin roubada de museu de Jerusalém
Um bronze de Rodin, um dos "Estudos de Balzac nu", foi roubado do Museu de Israel em Jerusalém durante as recentes obras de reforma, informou a instituição nesta quarta-feira.
"Uma escultura de Auguste Rodin foi roubada do jardim Billy Rose do Museu de Israel, onde os trabalhos de reforma estavam a ponto de ser terminados", indicou o museu em um breve comunicado, sem dar detalhes da ocorrência.
Segundo a porta-voz do museu, Dina Wosner, a escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin (1840-1917).
Esta estátua de Balzac foi solicitada a Rodin em 1891 pela Sociedade de Escritores presidida então por Emile Zola.
Escultura de Rodin roubada de museu de Jerusalém
A escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin
Um bronze de Rodin, um dos "Estudos de Balzac nu", foi roubado do Museu de Israel em Jerusalém durante as recentes obras de reforma, informou a instituição nesta quarta-feira, 9.
"Uma escultura de Auguste Rodin foi roubada do jardim Billy Rose do Museu de Israel, onde os trabalhos de reforma estavam a ponto de ser terminados", indicou o museu em um breve comunicado, sem dar detalhes da ocorrência.
Segundo a porta-voz do museu, Dina Wosner, a escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin (1840-1917).
Esta estátua de Balzac foi solicitada a Rodin em 1891 pela Sociedade de Escritores presidida então por Emile Zola.
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Caminhão é roubado em Madri com obras de Picasso e Botero
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sábado, 21 de agosto de 2010
Quadro de Van Gogh é roubado de museu no Cairo
O ministério da cultura do Egito anunciou que o quadro furtado de Vincent van Gogh --avaliado em US$ 50 milhões-- foi recuperado pela polícia no aeroporto do Cairo.
Quadro de Van Gogh é roubado de museu no Cairo
O ministro Farouk Hosni disse que a segurança do aeroporto confiscou a pintura de dois italianos na tarde deste sábado, logo após o furto no Mahmoud Khalil Museum, na capital do Egito.
Os italianos estavam tentando sair do país.

A pintura tem dois títulos, "Flores de Papoula" ou "Vaso com Flores", de acordo com o diretor do museu, Reem Bahir.
Essa é a segunda vez que a obra de Van Gogh é furtada do museu do Cairo. Ladrões fizeram o mesmo em 1978, mas as autoridades só a recuperaram dois anos depois, no Kuwait.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Escultura de Salvador Dalí é roubada na Bélgica
A escultura "Mulher Com Gavetas" de Salvador Dalí, avaliada em 100 mil euros, foi roubada em uma sala de exposições de Bruges (noroeste da Bélgica), informou nesta sexta-feira a imprensa do país europeu.
Uma câmara de segurança gravou os ladrões escondendo a estátua em uma bolsa e saindo da exposição na quarta-feira. As imagens estão sendo analisadas pela Polícia, segundo jornais do país.
O roubo ainda não foi confirmado pela sociedade organizadora da exposição, Interart.
A obra, feita de bronze com cerca de 50 centímetros de largura e 30 de altura, pesa aproximadamente dez quilos.
Jan Dhartet/Efe
Escultura "Mulher Com Gavetas", de Salvador Dalí, que foi roubada em Bruxelas

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Portinari furtado teve verso raspado para dificultar identificação
FÁBIO GUIBU
DE RECIFE
O quadro "Enterro", de Cândido Portinari (1903-1962), furtado do MAC (Museu de Arte Contemporânea) de Olinda (PE) em 14 de julho e recuperado sábado, no Rio de Janeiro, sofreu uma descaracterização no seu verso para dificultar a origem da obra.
Segundo o delegado da Polícia Civil de Pernambuco responsável pelo caso, Manuel Martins, os ladrões rasparam a parte de trás do quadro para apagar possíveis inscrições que identificassem o seu proprietário e aumentar, assim, a possibilidade de venda.
A pintura --um óleo sobre madeira medindo 24,5 cm x 33,5 cm, avaliada em até R$ 1,2 milhão-- não sofreu danos. Ela está sendo examinada pelo Instituto Cândido Portinari e pela Polícia Federal, no Rio, e será devolvida ao MAC possivelmente ainda este mês.
Reprodução

Quadro "Enterro", de Portinari, sofreu uma descaracterização no seu verso para dificultar a origem da obra
Dois homens foram presos, suspeitos de envolvimento no furto. Com um deles, Leonardo Jorge da Silva, 25, preso sábado, os policiais encontraram, além do Portinari, 50 litogravuras que são suspeitas de terem sido furtadas da Universidade Federal Fluminense.
Ouvido pela polícia no Rio, ele não informou se foi o autor do furto e disse que só falará em juízo. Leonardo Jorge foi denunciado por outro suspeito, preso três dias antes, Leonardo Bispo da Silva. Ele afirmou à polícia que foi contratado para procurar um comprador para a obra.
Bispo disse que Leonardo Jorge estava com o quadro em São Paulo, mas que retornaria ao Rio no sábado. No local indicado, policiais civis e federais prenderam o suspeito e recuperaram a pintura.
Segundo o delegado, o próximo passo das investigações é encontrar uma relação entre as impressões digitais descobertas no local do furto e as dos presos, que não coincidem.
Marcas de um dedo foram encontradas em uma fita adesiva vermelha usada pelos ladrões para prender a moldura vazia do quadro furtado atrás de um tapume de madeira no museu.
O furto do Portinari só foi descoberto quando um segurança levantou o tapume para fechar uma janela e a peça caiu no chão. A polícia já teria identificado de quem são as digitais do adesivo, mas não divulgou o seu nome.
O quadro "Enterro" foi pintado em 1959 e faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção do escritor e jornalista Assis Cheteaubriand (1892-1968) e foi doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.
Fechado desde o dia 15 de julho, o MAC, com acervo de aproximadamente 4.000 peças, será reaberto no próximo dia 26, com segurança dobrada e vigilância eletrônica.
Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês. Alexandre Fester.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Venda de Schiele por Museu Leopold gera polêmica em Viena
Venda de Schiele por Museu Leopold gera polêmica em Viena
DE SÃO PAULO
Para levantar os US$ 19 milhões necessários para comprar o quadro "Bildnis Wally" (retrato de Wally) de Egon Schiele, o Museu Leopold, em Viena, anunciou agora que pretende vender outra obra do artista, "Häuser am Meer" (casas no mar).
Encerrando uma batalha jurídica que durou mais de dez anos, o museu austríaco decidiu pagar o valor do quadro "Bildnis Wally" aos herdeiros de uma colecionadora de arte judia.
Reprodução
A tela "Bildnis Wally", de Egon SchieleA família reivindicava a posse do quadro roubado pelos nazistas e incorporado depois ao acervo do museu. Mas, para financiar a compra, Diethard Leopold, um dos diretores do museu, filho do colecionador que dá nome à instituição, disse que vai leiloar outro quadro de Schiele e dividir o dinheiro entre o museu e os herdeiros da colecionadora vienense Jenny Steiner, que também teve a obra de 1914 roubada por nazistas.
A Comunidade Israelita de Viena repudiou a decisão e classificou a proposta de um ato de "mau gosto".
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
EUA devolvem à Alemanha quadros roubados na 2ª Guerra
EUA devolvem à Alemanha quadros roubados na 2ª Guerra
Detalhe de óleo sobre tela (1835 - 1840) do artista Heinrich Buerkel, que teve três de seus quadros devolvidos à AlemanhaNOVA YORK, 14 Jul 2010 - Os Estados Unidos anunciaram a devolução nesta quarta-feira à Alemanha de 11 quadros roubados por seus soldados durante a ocupação desse país no fim da Segunda Guerra Mundial.
O procurador-geral do distrito sul de Nova York, Preet Bharara, afirmou ter devolvido as obras de arte às autoridades alemãs em uma cerimônia realizada no Instituto Goethe dessa cidade.
Trata-se de 11 telas roubadas por militares americanos de um refúgio antiaéreo instalado em uma escola de Pirmasens (sudoeste da Alemanha) depois da invasão dos aliados, em 1945.
Os quadros faziam parte da coleção de obras do museu municipal de Pirmasens e estavam guardados no refúgio para protegê-los dos bombardeios aliados.
Uma descendente do sargento americano Harry Gursky, morto em 1988, descobriu os quadros no sótão de sua casa nos Estados Unidos, realizou uma investigação e decidiu devolvê-los.
Três dos quadros são obra do artista alemão Heinrich Buerkel, estimados cada um em US$ 50 mil, e sete são retratos dos filhos do rei Luis 9º realizados por artistas menos conhecidos, de uns US$ 4 mil cada um.
"Cada obra de arte devolvida simboliza um ato de justiça, que nos aproxima do objetivo de repatriar todas as obras tomadas dos museus durante a Segunda Guerra Mundial", disse Bharara no ato de devolução.
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Interpol divulga alerta e fotos de quadros roubados em Paris
Interpol divulga alerta e fotos de quadros roubados em Paris
Foram levadas cinco obras avaliadas em 100 milhões de euros no total.
Quadros faziam parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Paris.
Do G1, com informações da EFE
imprimir A Interpol anunciou neste sábado (22) que divulgou uma "alerta global" aos seus 188 países-membros e fotos das cinco obras-primas roubadas na quinta-feira (20) no Museu de Arte Moderna de Paris.
É uma iniciativa destinada a ajudar às autoridades francesas a "localizar e recuperar" os cinco quadros, entre estes um Picasso e um Matisse, avaliados em 100 milhões de euros, detalha o comunicado divulgado pela organização policial internacional, com sede na cidade francesa de Lyon.
As imagens das peças se somam à base de dados de obras de arte roubadas no mundo que tem a Interpol, à qual podem ter acesso não só autoridades, mas também organizações culturais e profissionais, como ministérios de Cultura, museus, casas de leilões, galerias de arte e colecionadores.
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Investigador examina moldura da qual teria sido retirada uma das pinturas roubadas. (Foto: AP)"Com a emissão de um alerta global por meio da Interpol, as autoridades francesas podem ter a certeza de que a Polícia de todo o mundo conta com a informação necessária para ajudar a localizar e, eventualmente, recuperar, as obras de artes roubadas", afirma o responsável da organização, Jean-Michel Louboutin.
Trata-se de cinco quadros "extraordinários" de grandes artistas e muito reconhecidos, por isso que, advertiu, "será difícil vendê-los em qualquer mercado".
A Interpol faz um chamado às pessoas que possam ter qualquer informação relacionada ao roubo ou a eventual tentativa de venda de algumas das obras para que entrem em contato imediatamente com a organização, acrescenta a nota.
Obras roubadas
As obras levadas do local são "Le pigeon aux petits pois" (em tradução livre, "O pombo e as ervilhas"), de Picasso; "La pastorale" ("A pastoral"), de Matisse; "L'olivier près de l'estaque" ("A oliveira próxima ao estaque"), de Braque; "La femme à l'éventail" ("A mulher com leque") de Modigliani; e "Nature morte aux chandeliers" ("Natureza morta com candelabros"), de Léger.
Detalhes das obras de Picasso, Modigliani e Matisse roubadas de museu em Paris. (Foto: Reprodução)Pintado em 1912, "Le pigeon aux petits pois" é um óleo sobre tela de natureza morta do pintor espanhol. Recentemente, uma obra de Picasso arrematada em um leilão o elevou ao posto de artistas mais caro do mundo.O Museu de Arte Moderna de Paris, inaugurado no início da década de 60, fica em uma área residencial de Paris, junto ao teatro de Chaillot e perto da Torre Eiffel. A coleção permanente da instituição, que tem 8.000 obras, possui entre outros, quadros de Delaunay, Derain e Bonnard, foi formada graças à contribuição de colecionadores privados.
Outro Picasso roubado
Nesta sexta-feira, outra obra de Picasso foi roubada de um colecionador em Marselha, no sul da França. Dois bandidos entraram na casa do homem de cerca de 60 anos e o espancaram. Além de uma litografia do artista representando a face de uma mulher, foram levadas outras quatro obras, de artistas menos conhecidos.
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Obra de Portinari avaliada em R$ 1,2 milhão é furtada de museu em Olinda

Obra de Portinari avaliada em R$ 1,2 milhão é furtada de museu em Olinda
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FÁBIO GUIBU
DE RECIFE
Um quadro do pintor Cândido Portinari (1903-1962) foi furtado nesta quarta-feira (14) do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, localizado no centro histórico de Olinda (região metropolitana de Recife).
A obra --um óleo sobre madeira de 23 cm x 33 cm chamada "Enterro", avaliada em R$ 1,2 milhão-- estava em uma sala com outras cinco peças do artista, que não foram furtadas.
Divulgação
A obra "Enterro", de Portinari, foi furtada de museu em Olinda
Segundo a diretora do museu, Célia Labanca, o furto só foi percebido no início da noite de ontem, quando os seguranças fechavam o prédio --uma construção do século 17, com grades de ferro no lugar de janelas.
Para fechar essas aberturas, os seguranças usam tapumes de madeira. Ao colocar uma delas no lugar, a moldura do quadro caiu no chão. Ela estava escondida atrás do tapume, presa por uma fita adesiva vermelha.
A obra furtada foi pintada em 1959 e faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção de Assis Chateaubriand, e foi doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.
Segundo a diretora, o MAC, com cerca de 4.000 obras, não possui vigilância eletrônica, como câmeras e sensores de presença. Na quarta-feira, 17 pessoas assinaram a lista de visitantes do local. A Polícia Civil investiga o caso.
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Para diretora de museu, furto a Portinari foi trabalho de profissional

Para diretora de museu, furto a Portinari foi trabalho de profissional
A diretora do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, de onde foi furtado nesta quarta-feira (14) um quadro do pintor Cândido Portinari (1903-1962) avaliado em R$ 1,2 milhão, acredita que o serviço foi efetuado por profissionais.
Divulgação
A obra "Enterro", de Cândido Portinari, que foi furtada do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, em Olinda
"Para mim, foi trabalho de profissional", disse a diretora Célia Labanca, referindo-se ao furto. "Ele [o ladrão] retirou o quadro de uma sala, levou para outra, desmontou a peça e grudou a moldura atrás de um tapume sem ninguém perceber."
Peritos da Polícia Civil, que investiga o caso, estiveram nesta quinta-feira (15) no museu, que fica no centro histórico de Olinda (região metropolitana de Recife), em busca de vestígios e impressões digitais.
A Polícia Federal e a Interpol também foram comunicadas sobre a ocorrência.
A Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco), que administra o museu, informou que o local é vigiado 24 horas por dia e que monitores acompanham os visitantes. Mas não há câmeras nem sensores de presença.
O Estado diz que vai investir R$ 2 milhões por ano na segurança de 23 museus e espaços culturais. Até o fim do ano, afirma, serão contratados 40 vigilantes armados e instaladas 210 câmeras.
Tela
Chamada "Enterro", a obra furtada --um óleo sobre madeira medindo 24,5 x 33,5 cm-- estava exposta em uma sala sem vigilância eletrônica com outras cinco do artista, que não foram levadas.
O local é de responsabilidade do governo do Estado. Lá trabalham só quatro seguranças, divididos em turnos.
Segundo a diretora do museu, o desaparecimento da obra só foi percebido no início da noite.
Seguranças se preparavam para fechar o prédio --uma construção do século 18, com grades de ferro no lugar das janelas. Ao colocarem tapumes de madeira nos vãos das grades, como fazem sempre, viram uma moldura sem o quadro cair no chão.
A peça estava escondida atrás de uma das tábuas, presa com uma fita adesiva vermelha. Foi constatado então que ela fazia parte do "Enterro", exposto até o dia anterior em outra sala.
Pintada em 1959, a obra faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção do jornalista Assis Chateaubriand (1892-1968) e havia sido doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Polícia encontra quadro de Monet roubado há dez anos na Polônia
da Associated Press, em Warsaw
A polícia polonesa afirmou ter encontrado uma pintura do artista impressionista francês Claude Monet que foi roubada em um museu do país em 2000.
Romuald Piecuh, porta-voz da polícia, afirmou nesta quarta-feira que oficiais detiveram um homem de 41 anos na cidade de Olkusz após o quadro, intitulado "Beach in Pourville", ser encontrado com ele.
De acordo com o representante, o suspeito e o quadro estão a caminho da cidade de Poznan.
O quadro "Beach in Pourville", de Monet, foi recuperado após dez anos pela polícia polonesa
A obra foi roubada em setembro de 2000 do Museu Nacional de Poznan. Na época, o quadro era avaliado em US$ 1 milhão.
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