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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Arte roubada por nazistas é tema de filme

Veja na folha


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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Alemanha publica lista com 25 obras que podem ter sido roubadas por nazistas

12/11/2013 - 15h28

Alemanha publica lista com 25 obras que podem ter sido roubadas por nazistas

DA EFE, EM BERLIM
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As autoridades alemãs publicaram uma lista de 25 quadros do chamado "tesouro de Munique" ao considerar as suspeitas de que as obras encontradas na última semana em um apartamento sejam arte roubada de pessoas perseguidas pelo nazismo.
As imagens com as 25 obras desta lista foram publicadas em um site (www.losart.de) depois das pressões em torno de uma maior transparência perante a espetacular descoberta das 1.400 obras de arte, que estavam perdidas e foram encontradas em um apartamento do bairro de Schwabing, em Munique.
Embora tenha sido mantida em segredo durante um ano e meio, a descoberta em questão foi revelada somente na última semana pela revista "Focus".
Reuters
12 das 25 obras divulgadas nesta terça-feira (12) pelo governo alemão; elas fazem parte do 'tesouro de Munique'
12 das 25 obras divulgadas nesta terça-feira (12) pelo governo alemão; elas fazem parte do 'tesouro de Munique'
Segundo a promotoria de Augsburgo, a descoberta do tesouro em questão não foi divulgada antes por causa do desejo das autoridades de esclarecer a procedência das obras com tranquilidade e sem pressões.
Os quadros estavam em poder de Cornelius Gurlitt, filho do marchand Hildebrandt Gurlitt, que, durante a época do nazismo (1933-1945), recebeu do regime obras da chamada "arte degenerada", quadros do início do século 20 confiscados de museus para serem vendidos no exterior.
Gurlitt recebeu parte dessas obras em comissões e também comprou outras do regime, todas por um preço abaixo preço. Depois da guerra, o marchand assegurou que sua coleção tinha sido destruída durante os bombardeios aliados a Dresden e, por isso, o achado de Munique surpreendeu o mundo todo.
SAQUES CONTRA JUDEUS
Os especialistas consideram que parte dos quadros achados em Schwabing era de museus alemães e foram expatriados pelos nazistas por considerá-los "arte degenerada".
Algumas das telas teriam passado a ser propriedade de Gurlitt, um fato que poderia dificultar a recuperação das mesmas por parte dos museus do ponto de vista legal.
No entanto, existe a suspeita de que outra parte da coleção de Gurlitt esteja formada por obras de colecionadores judeus que foram desapropriadas ou vendidas por pressões do regime nazista. Neste caso, os proprietários originais dessas obras ou seus herdeiros teriam direito à restituição.
De acordo com a promotoria de Augsburgo, 970 das 1.400 obras achadas devem ser investigadas para terem sua origem determinada, já que, entre estas, 380 quadros pertencem à chamada "arte degenerada" e 590 obras foram expropriadas ilegalmente pelos nazistas.
"A origem das obras do chamado 'tesouro de Schwabing' tem que ser esclarecida da forma mais rápida e transparente possível", assinalou em comunicado conjunto o governo alemão e o bávaro.
Na lista de 25 obras publicadas há algumas que cabem dentro do que os nazistas chamavam "arte degenerada", como duas aquarelas de Otto Dix e telas de Marc Chagall e Henri Matisse, o que, no entanto, não quer dizer que elas não tenham sido saqueadas de colecionadores judeus.
Além disso, há outras obras, como uma gravura de Antonio Canaletto e um desenho de Eugène Delacroix, que não tem nenhum vínculo com esse tipo de arte.
Também aparecem na lista obras de Max Liebermann, Auguste Rodin, Carl Spitzweg e Honoré Daumier, este último com um quadro intitulado "Don Quixote e Sancho Pança", de 1865.


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terça-feira, 5 de novembro de 2013

China forja mercado de arte

China forja mercado de arte
Por David Barboza, Graham Bowley e Amanda Cox
Pequim
Em um leilão noturno da casa China Guardian, em maio de 2011, "Eagle Standing on a Pine Tree" (Águia sobre um pinheiro), pintura a nanquim feita em 1946 por Qi Baishi, um dos mestres da arte chinesa do século 20, foi arrematada por um preço surpreendente: US$ 65,4 milhões. Nunca antes uma pintura chinesa tinha atingido valor tão alto em um leilão. No final do ano, a venda da tela teve implicações globais, ajudando a China a superar os Estados Unidos como o maior mercado mundial de arte e leilões.

Dois anos depois, porém, a obra-prima de Qi Baishi ainda está parada num depósito em Pequim.

O autor do lance vencedor se negou a pagar pela tela porque a autenticidade dela foi questionada.

"O mercado se encontra em uma fase muito dúbia", disse Alexander Zacke, especialista em arte asiática que comanda a casa de leilões internacionais on-line Auctionata. "Ninguém leva muito a sério os resultados na China."

De fato, ao mesmo tempo em que o mundo da arte reage com assombro ao boom do mercado chinês, uma revisão feita pelo "New York Times" ao longo de seis meses constatou que muitas das vendas não chegaram a se concretizar. São transações que teriam gerado até um terço da receita chinesa de leilões nos últimos anos.

Adam Dean/The New York Times

Fato igualmente problemático é que o mercado está inundado de obras falsificadas, com frequência produzidas em massa, e virou campo fértil para a corrupção, na medida em que executivos de empresas subornam autoridades com obras de arte.

A explosão de compradores de arte foi alimentada pelo consumismo antes reprimido dos novos-ricos. Há duas décadas, a China praticamente não tinha nenhum mercado para esse setor. Apesar disso, no ano passado, a receita divulgada dos leilões no país subiu 900% em relação a 2003, chegando a US$ 8,9 bilhões -embora tenha caído 24% em relação a 2011. Já nos EUA, a receita do mercado de leilões em 2012 foi de US$ 8,1 bilhões.

Os compradores chineses geralmente se interessam por trabalhos chineses tradicionais, alguns de mestres do século 15 e outros de artistas modernos que optaram por trabalhar no estilo antigo.

Essa própria reverência ao passado cultural contribui para o aumento das obras falsificadas. Os artistas na China são ensinados a imitar os velhos mestres chineses, produzindo cópias de alta qualidade. Essa tradição coincidiu com a demanda do mercado de arte, no qual reproduções -que muitos artistas possuem a habilidade necessária para criar- frequentemente são oferecidas como se fossem artigos genuínos.

"Esse é o desafio do momento", disse Wang Yannan, presidente e diretor da China Guardian, a segunda maior casa de leilões do país. "A primeira pergunta que cada chinês se faz é se a obra é falsificada."

Escândalos que vieram a público expõem a extensão das falsificações e semeiam dúvidas quanto ao mercado mais amplo. Três anos atrás, veio à tona que uma pintura a óleo atribuída ao artista do século 20 Xu Beihong e vendida por mais de US$ 10 milhões tinha sido produzida 30 anos após a morte do artista por um estudante, durante um exercício de sala de aula em uma das principais academias de arte da China.

Ainda mais constrangedora foi a decisão tomada pelo governo em julho passado de fechar um museu particular em Hebei por suspeitas de que quase tudo em seu acervo fosse falsificado -40 mil artefatos, incluindo um vaso de porcelana da dinastia Tang.

"Sempre existiram falsificadores no mercado, mas é uma questão de proporção", comentou Robert D. Mowry, ex-curador de arte asiática na Universidade Harvard e hoje consultor da Christie's.

O setor de leilões e o governo dizem que estão se esforçando para combater os abusos, mas enfrentam a dificuldade de uma brecha na lei, que exime as casas de leilões de responsabilidade quando uma obra leiloada é falsificada.

O problema da falsificação ajuda a explicar o número crescente de casos em que pagamentos não são realizados. Nos últimos três anos, um estudo feito pela Associação de Leiloeiros da China sobre as casas de leilão chinesas constatou que mais ou menos metade das vendas de obras de arte de valor superior a US$ 1,5 milhão -que representam uma parte importante do mercado- não foi completada porque o comprador deixou de pagar o preço acordado. (No caso das grandes casas de leilão americanas, segundo vários especialistas, o índice de não pagamento por obras de valor equivalente é mínimo.)

"Isso tem algo a ver com o ambiente geral", disse a presidente da associação, Zhang Yanhua. "Como vocês sabem, a China ainda está se esforçando para construir a obediência às leis."

Para especialistas, outras explicações possíveis para a onda de inadimplência e de pagamentos feitos com atraso incluem casos em que pessoas se arrependeram dos lances que fizeram ou simplesmente fizeram lances altos para elevar o valor de obras de um artista particular que elas colecionam.

Mesmo levando em conta que os relatórios de receita nem sempre refletem a realidade, a alta nas aquisições de arte nos últimos dez anos foi meteórica. Bancos chineses, estatais e grandes empresários continuam a investir no boom. Obras de arte viraram uma espécie de nova moeda na China, e tantas pessoas colecionam arte que os leilões com frequência recebem multidões. Mais de 20 programas de televisão na China oferecem dicas para quem coleciona arte e quer identificar relíquias culturais.

Diante desse interesse enorme, os marchands chineses estão correndo para a Europa e os Estados Unidos para recomprar relíquias chinesas que estão fora do país.

Houve também uma série de furtos de antiguidades chinesas em museus. Surgiu um mercado negro de artefatos, com chamados ladrões de túmulos escavando tesouros enterrados que possam vender.

O interesse em reparar os pontos fracos do mercado pode ter contribuído para a decisão recente da China de afrouxar as regras que dificultam o acesso das casas de leilão ocidentais ao mercado chinês.

Agora a Sotheby's tem uma joint venture com uma empresa estatal, e a Christie's ganhou uma licença neste ano para se tornar a primeira casa internacional de leilões a operar independentemente na China. São novidades que podem ajudar a fomentar a competição e a elevação dos padrões no mercado

Preço em alta

A manipulação de preços é frequente no mercado chinês de arte. Colecionadores e investidores, possivelmente um fundo de investimento em arte que tenha investido muito em um artista específico, fazem lances altos sobre uma obra, com o objetivo de empurrar para cima o valor de seu estoque inteiro. De acordo com especialistas, às vezes as próprias casas de leilão fazem lances falsos. Os chineses têm um nome para esse processo de empurrar preços para cima: "refogar".

Enquanto alguns colecionadores se importam profundamente com suas obras de arte, muitos compradores, segundo especialistas, são investidores interessados em lucrar com a revenda de uma obra de arte. Uma pintura de Qi Baishi, "Fish and Shrimp" (Peixe e camarão), foi vendida quatro vezes em leilões ao longo de dez anos até dezembro passado. Seu preço subiu de US$ 30 mil em 2002 para US$ 794 mil, caindo no ano passado para US$ 552 mil.

As oportunidades de revenda são uma prioridade para muitos compradores. Em um leilão em Pequim em setembro, quatro homens de Guangzhou compraram várias pinturas no valor de dezenas de milhares de dólares. Um deles comentou: "A maioria das pessoas que você vê aqui não tem um emprego de verdade. É o nosso caso, somos revendedores. Compramos as obras e as revendemos a pessoas instruídas e ricas".

Analistas dizem que a revenda de obras de arte contribui para o problema de inadimplência do mercado. Antes de um leilão, um comprador pode encontrar um colecionador interessado numa obra. Ele pode fazer lances e arrematar o trabalho, mas negar-se a pagar por ele se seu trato com o colecionador não se concretizar.

E há os problemas de pagamento que surgem porque o mercado de arte chinês é jovem, economicamente falando, e seus compradores adquiriram seu dinheiro recentemente. "Ainda existe uma grande diferença entre Oriente e Ocidente no entendimento dos leilões -sobre se elevar uma placa de oferta num leilão constitui ou não um contrato legalmente válido", disse Philip Tinari, do Centro Ullens de Arte Contemporânea, em Pequim. "Alguma jovem atriz compra um lote de pinturas num leilão, sai do local e fala 'não quero os números 13, 11, 7, 6 e 5'. Acontece o tempo todo."

Mesmo com as fraudes e falsificações, muitos colecionadores e investidores dizem que o mercado vale a pena. Mas o artista, crítico e curador Jiang Yinfeng disse que as pessoas que têm pouca experiência podem sofrer em um mercado tão superaquecido. "Alguns de meus amigos usam suas próprias casas como garantia para comprar obras de arte", contou. "Outros contraem empréstimos com juros altos."

Um dos fatores que tem movido o mercado de arte na China é o costume de dar presentes, algo que leva autoridades provinciais a chegarem em massa a Pequim durante o Festival de Meados de Outono, em setembro, levando obras de arte, bebidas e outros objetos como presentes para dar a altos funcionários governamentais.

A arte pode ser usada também em esquemas de suborno mais complexos. Em alguns casos, um funcionário governamental recebe uma obra de arte com instruções para oferecê-la em leilão. Depois, um empresário a utilizará como moeda de propina, comprando a obra a um preço inflado.

Em muitos casos, a autenticidade da obra dada de presente não vem ao caso, porque o comprador pretende gastar muito de qualquer maneira. E, se o esquema fosse descoberto, o valor mínimo da obra falsificada significaria que o castigo seria menor.

O uso de arte para pagar propinas a funcionários governamentais é algo tão corriqueiro que os chineses cunharam um termo para descrever esse tipo de corrupção estética: é o "yahui", ou "suborno elegante".

Em 2009, quando as autoridades detiveram Wen Qiang, o vice-chefe de polícia da cidade de Congqing, por proteger uma quadrilha criminosa, descobriram que ele tinha uma coleção de arte surpreendentemente grande e cara. Wen teria recebido mais de cem obras como presente. Ele foi executado por seus crimes no ano seguinte.

"Quem está presente no mercado de leilões?" perguntou Li Yanjun, especialista e autenticador de obras de arte na Universidade Oriental de Pequim. "Funcionários do governo. Eles se escondem e mandam outras pessoas fazer lances por eles ou então compram todas as obras."

Antiguidade nova em folha

O rastro dos bronzes, pinturas e antiguidades falsificados percorre a China inteira. Em Jingdezhen, no sudeste do país, oficinas produzem belíssimas reproduções de porcelanas das dinastias Ming e Qing. Em Yanjian, na região central da província de Yenan, elas aplicam amônia sobre bronze para induzir a corrosão, de modo que um sino ou recipiente usado em rituais com vinho possa se fazer passar por artefato escavado em um túmulo. Em Pequim, Tianjin, Suzhou e Nanjing, pintores e calígrafos reproduzem as pinceladas de mestres reverenciados.

Em todo o país, pintores copiam obras de mestres como Qi Baishi e Fu Baoshi. "Já vi 700 a 800 pessoas numa oficina de pintura, com uma divisão de trabalho muito clara, reproduzindo as obras de Qi Baishi", diz Zhang Jinfa, autenticador profissional de obras de arte.

Um estudo feito no ano passado estimou que 250 mil pessoas em 20 cidades chinesas podem estar produzindo falsificações.

Milhares de pessoas em Jingdezhen, centro de produção de porcelana na antiguidade, trabalham criando obras de argila segundo moldes antigos. Mais adiante na linha de produção, pintores mergulham seus pincéis em tinta e copiam sobre as cerâmicas os contornos de flores ou desenhos chineses tradicionais.

A tradição da cópia na China reflete mais que uma simples atitude de reverência diante do passado: é o reconhecimento de que a beleza foi captada de uma forma que merece ser emulada. Diferentemente do Ocidente, onde se admira o chamado "choque do novo", a China valoriza a tradição. Suas obras mais vendidas com frequência homenageiam obras criadas centenas de anos atrás e se parecem com elas.

Nas escolas de arte, alunos praticam o "lin mo", ou imitação dos grandes mestres. A falsificação e a fraude não fazem necessariamente parte da tradição, embora pintores famosos como Zhang Daqian, morto há 30 anos, tenham se divertido ludibriando os especialistas.

"Zhang Daqian achava que estava no mesmo nível que os velhos mestres", explicou Maxwell K. Hearn, diretor do departamento de arte asiática do Museu Metropolitano de Arte de Nova York. "Assim, a verdadeira prova dos nove era ver se seria capaz de copiar as obras deles."

Uma história que ilustra a abordagem irreverente de Zhang à cópia diz respeito a uma viagem que ele fez em 1967 para ver uma exposição das obras de Shitao, pintor do século 17, no Museu de Arte da Universidade de Michigan. Os guias lhe mostraram, orgulhosos, os trabalhos do pintor célebre, morto mais de dois séculos antes. Eles se espantaram quando Zhang começou a rir e apontou para várias obras na parede, dizendo: "Eu fiz esse! E também aquele!".

Colaboraram Jo Craven McGinty, Dong Yiyi e Stephanie Yifan Yang

Fonte:  Folha de SP 05.11.13


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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Telas roubadas de museu em Roterdã podem ter sido incineradas por mãe de ladrão

17/07/2013 - 16h20

Telas roubadas de museu em Roterdã podem ter sido incineradas por mãe de ladrão



DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Quadros de Picasso, Matisse e Monet roubados no ano passado de um museu em Roterdã podem ter sido carbonizados pela mãe de um dos ladrões na Romênia. Cinzas estão sendo analisadas agora por um museu do país para verificar se são, de fato, os restos de um conjunto de telas fruto de um dos roubos mais vultosos da história da arte.
Segundo Gabriela Chiru, porta-voz da acusação, o Museu de História Nacional da Romênia analisa as cinzas do forno de Olga Dogaru, mãe de Radu Dogaru, um dos três suspeitos romenos acusados de envolvimento com o roubo no Kunsthal de Roterdã.
Se fossem vendidas em leilão, as telas levadas do museu poderiam valer mais de uma centena de milhões de reais. Só uma delas, "Ponte de Waterloo", que Claude Monet pintou em 1901, já havia sido leiloada por cerca de R$ 138 milhões.
Dogaru disse a investigadores que enterrou as obras numa casa abandonada e depois num cemitério após a prisão de seu filho. Depois, decidiu incinerar os quadros em fevereiro, quando a polícia começou buscas pelas telas roubadas.
A acusação, no entanto, duvida da versão de Dogaru e ainda analisa as cinzas para ter certeza de que se tratam das telas em questão. Foram sete pinturas no total, uma de Picasso, "Cabeça de Arlequim", duas de Monet, "Ponte de Waterloo" e "Ponte de Charing Cross", um Matisse, "Moça de Branco e Amarelo Lendo", um Gauguin, "Moça em Frente a Janela Aberta", um autorretrato de Meyer de Haan e "Mulher de Olhos Fechados", de Lucian Freud.
Associated Press
"A Ponte de Waterloo", de Claude Monet, um dos quadros roubados na Holanda
"A Ponte de Waterloo", de Claude Monet, um dos quadros roubados na Holanda
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/07/1312385-telas-roubadas-de-museu-em-roterda-podem-ter-sido-incineradas-por-mae-de-ladrao.shtml


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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Polícia Federal encontra na Argentina conjunto de obras de Henri Matisse

Edição do dia 04/02/2012
04/02/2012 23h00 - Atualizado em 04/02/2012 23h00

Polícia Federal encontra na Argentina conjunto de obras de Henri Matisse


Delegado da Polícia Federal foi para a Argentina com a missão de buscar um lote de livros e gravuras roubados de bibliotecas brasileiras e encontrou 20 gravuras originais de Matisse no meio do material.


A Polícia Federal encontrou na Argentina um conjunto de obras do francês Henri Matisse, que havia sido roubado no Brasil.

Foi por acaso. O delegado da Polícia Federal foi enviado a Puerto Iguazu, na Argentina, para trazer de volta um lote de livros dos séculos 17 e 18 e gravuras roubados há cinco anos de bibliotecas brasileiras, e que tinham sido apreendidos pela polícia de lá.

No meio do material, encontrou 20 gravuras originais de Henri Matisse, o pintor e escultor francês, conhecido pelo uso da cor e do movimento. São 20 figuras coloridas e recortadas que retratam personagens do circo e ilustram poemas. A coleção foi chamada de Jazz.

Matisse tinha 76 anos quando criou essas pranchas. O pintor estava doente e tinha sido proibido pelos médicos de trabalhar com tinta a óleo, que é tóxica. Por isso passou a fazer colagens e recortes com papel colorido. Em 1947 foi feita uma tiragem de 250 exemplares numerados e assinados, um a um, por Henri Matisse. Cinco desses álbuns vieram para o Brasil.

A leiloeira especializada em arte Soraia Cals calcula que o conjunto de pranchas valha em torno de US$ 250 mil, mais de R$ 400 mil, no mercado internacional.

“Foi a recuperação de um tesouro. Realmente, foi uma apreensão extraordinária”, diz Soraia Cals.

Se os donos da coleção não forem identificados, as pranchas Jazz devem ficar com uma instituição publica do Rio de Janeiro.

Fonte: Jornal Nacional
Edição: Edição do dia 04/02/2012


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quarta-feira, 9 de março de 2011

Escultura de Rodin roubada de museu de Jerusalém

Hoje às 13h26 - Atualizada hoje às 13h26
Escultura de Rodin roubada de museu de Jerusalém


Um bronze de Rodin, um dos "Estudos de Balzac nu", foi roubado do Museu de Israel em Jerusalém durante as recentes obras de reforma, informou a instituição nesta quarta-feira.


"Uma escultura de Auguste Rodin foi roubada do jardim Billy Rose do Museu de Israel, onde os trabalhos de reforma estavam a ponto de ser terminados", indicou o museu em um breve comunicado, sem dar detalhes da ocorrência.


Segundo a porta-voz do museu, Dina Wosner, a escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin (1840-1917).


Esta estátua de Balzac foi solicitada a Rodin em 1891 pela Sociedade de Escritores presidida então por Emile Zola.



Escultura de Rodin roubada de museu de Jerusalém


A escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin


Um bronze de Rodin, um dos "Estudos de Balzac nu", foi roubado do Museu de Israel em Jerusalém durante as recentes obras de reforma, informou a instituição nesta quarta-feira, 9.

"Uma escultura de Auguste Rodin foi roubada do jardim Billy Rose do Museu de Israel, onde os trabalhos de reforma estavam a ponto de ser terminados", indicou o museu em um breve comunicado, sem dar detalhes da ocorrência.

Segundo a porta-voz do museu, Dina Wosner, a escultura foi feita entre 1918 e 1926 a partir de um molde original do "Estudo de Balzac nu", de 1892, depois da morte de Rodin (1840-1917).

Esta estátua de Balzac foi solicitada a Rodin em 1891 pela Sociedade de Escritores presidida então por Emile Zola.

 


"A arte é a contemplação: é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que ela também tem uma alma. É a missão mais sublime do homem, pois é o exercício do pensamento que busca compreender o universo, e fazer com que os outros o compreendam."
(Auguste Rodin)


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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Caminhão é roubado em Madri com obras de Picasso e Botero

02/12/2010 - 13h48
Caminhão é roubado em Madri com obras de Picasso e Botero
DA FRANCE PRESSE, EM MADRI

Um caminhão carregado com obras de arte de Picasso, Botero e Tàpies, entre outros, avaliadas em 5 milhões de euros, foi roubado no sábado na localidade de Getafe, perto de Madri, confirmou a polícia nesta quinta-feira, segundo informação do jornal "El Mundo".

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O caminhão de uma empresa de transportes espanhola estava estacionado numa área industrial da capital com as chaves na ignição. As câmeras de segurança da área registraram quando três homens encapuzados chegaram e levaram o veículo.

As obras de arte pertencem a seis galerias de arte de Madri e Barcelona e o caminhão procedia de uma galeria de Colônia, na Alemanha, onde estavam expostas e deviam ser devolvidas a suas galerias de origem.

A polícia espanhola, contata pela AFP, não quis dar detalhes alegando ainda estar investigando o roubo.

Até o momento, apenas o motorista do caminhão, um homem de nacionalidade romena, foi interrogado pela polícia.

Segundo "El Mundo", trata-se do maior roubo de peças artísticas contemporânea até a presente data na Espanha.


"A arte é a contemplação: é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que ela também tem uma alma. É a missão mais sublime do homem, pois é o exercício do pensamento que busca compreender o universo, e fazer com que os outros o compreendam."
(Auguste Rodin)


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sábado, 21 de agosto de 2010

Quadro de Van Gogh é roubado de museu no Cairo

21/08/2010 - 17h26


DA FRANCE PRESSE

O ministério da cultura do Egito anunciou que o quadro furtado de Vincent van Gogh --avaliado em US$ 50 milhões-- foi recuperado pela polícia no aeroporto do Cairo.

Quadro de Van Gogh é roubado de museu no Cairo
O ministro Farouk Hosni disse que a segurança do aeroporto confiscou a pintura de dois italianos na tarde deste sábado, logo após o furto no Mahmoud Khalil Museum, na capital do Egito.

Os italianos estavam tentando sair do país.

A pintura tem dois títulos, "Flores de Papoula" ou "Vaso com Flores", de acordo com o diretor do museu, Reem Bahir.

Essa é a segunda vez que a obra de Van Gogh é furtada do museu do Cairo. Ladrões fizeram o mesmo em 1978, mas as autoridades só a recuperaram dois anos depois, no Kuwait.






Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês.
Alexandre Fester.


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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Escultura de Salvador Dalí é roubada na Bélgica

20/08/2010 - 08h23


Escultura de Salvador Dalí é roubada na Bélgica
DA EFE, EM BRUXELAS

A escultura "Mulher Com Gavetas" de Salvador Dalí, avaliada em 100 mil euros, foi roubada em uma sala de exposições de Bruges (noroeste da Bélgica), informou nesta sexta-feira a imprensa do país europeu.

Uma câmara de segurança gravou os ladrões escondendo a estátua em uma bolsa e saindo da exposição na quarta-feira. As imagens estão sendo analisadas pela Polícia, segundo jornais do país.

O roubo ainda não foi confirmado pela sociedade organizadora da exposição, Interart.

A obra, feita de bronze com cerca de 50 centímetros de largura e 30 de altura, pesa aproximadamente dez quilos.

Jan Dhartet/Efe

Escultura "Mulher Com Gavetas", de Salvador Dalí, que foi roubada em Bruxelas




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Alexandre Fester.


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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Portinari furtado teve verso raspado para dificultar identificação

02/08/2010 - 14h07
Portinari furtado teve verso raspado para dificultar identificação

FÁBIO GUIBU
DE RECIFE

O quadro "Enterro", de Cândido Portinari (1903-1962), furtado do MAC (Museu de Arte Contemporânea) de Olinda (PE) em 14 de julho e recuperado sábado, no Rio de Janeiro, sofreu uma descaracterização no seu verso para dificultar a origem da obra.

Segundo o delegado da Polícia Civil de Pernambuco responsável pelo caso, Manuel Martins, os ladrões rasparam a parte de trás do quadro para apagar possíveis inscrições que identificassem o seu proprietário e aumentar, assim, a possibilidade de venda.

A pintura --um óleo sobre madeira medindo 24,5 cm x 33,5 cm, avaliada em até R$ 1,2 milhão-- não sofreu danos. Ela está sendo examinada pelo Instituto Cândido Portinari e pela Polícia Federal, no Rio, e será devolvida ao MAC possivelmente ainda este mês.

Reprodução


Quadro "Enterro", de Portinari, sofreu uma descaracterização no seu verso para dificultar a origem da obra

Dois homens foram presos, suspeitos de envolvimento no furto. Com um deles, Leonardo Jorge da Silva, 25, preso sábado, os policiais encontraram, além do Portinari, 50 litogravuras que são suspeitas de terem sido furtadas da Universidade Federal Fluminense.

Ouvido pela polícia no Rio, ele não informou se foi o autor do furto e disse que só falará em juízo. Leonardo Jorge foi denunciado por outro suspeito, preso três dias antes, Leonardo Bispo da Silva. Ele afirmou à polícia que foi contratado para procurar um comprador para a obra.

Bispo disse que Leonardo Jorge estava com o quadro em São Paulo, mas que retornaria ao Rio no sábado. No local indicado, policiais civis e federais prenderam o suspeito e recuperaram a pintura.

Segundo o delegado, o próximo passo das investigações é encontrar uma relação entre as impressões digitais descobertas no local do furto e as dos presos, que não coincidem.

Marcas de um dedo foram encontradas em uma fita adesiva vermelha usada pelos ladrões para prender a moldura vazia do quadro furtado atrás de um tapume de madeira no museu.

O furto do Portinari só foi descoberto quando um segurança levantou o tapume para fechar uma janela e a peça caiu no chão. A polícia já teria identificado de quem são as digitais do adesivo, mas não divulgou o seu nome.

O quadro "Enterro" foi pintado em 1959 e faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção do escritor e jornalista Assis Cheteaubriand (1892-1968) e foi doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.

Fechado desde o dia 15 de julho, o MAC, com acervo de aproximadamente 4.000 peças, será reaberto no próximo dia 26, com segurança dobrada e vigilância eletrônica.

Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês. Alexandre Fester.



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terça-feira, 27 de julho de 2010

Venda de Schiele por Museu Leopold gera polêmica em Viena

27/07/2010 - 16h13
Venda de Schiele por Museu Leopold gera polêmica em Viena



DE SÃO PAULO

Para levantar os US$ 19 milhões necessários para comprar o quadro "Bildnis Wally" (retrato de Wally) de Egon Schiele, o Museu Leopold, em Viena, anunciou agora que pretende vender outra obra do artista, "Häuser am Meer" (casas no mar).

Encerrando uma batalha jurídica que durou mais de dez anos, o museu austríaco decidiu pagar o valor do quadro "Bildnis Wally" aos herdeiros de uma colecionadora de arte judia.

Reprodução A tela "Bildnis Wally", de Egon Schiele

A família reivindicava a posse do quadro roubado pelos nazistas e incorporado depois ao acervo do museu. Mas, para financiar a compra, Diethard Leopold, um dos diretores do museu, filho do colecionador que dá nome à instituição, disse que vai leiloar outro quadro de Schiele e dividir o dinheiro entre o museu e os herdeiros da colecionadora vienense Jenny Steiner, que também teve a obra de 1914 roubada por nazistas.

A Comunidade Israelita de Viena repudiou a decisão e classificou a proposta de um ato de "mau gosto".


Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês. Alexandre Fester.


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quinta-feira, 15 de julho de 2010

EUA devolvem à Alemanha quadros roubados na 2ª Guerra

14/07/2010 - 19h24
EUA devolvem à Alemanha quadros roubados na 2ª Guerra

Detalhe de óleo sobre tela (1835 - 1840) do artista Heinrich Buerkel, que teve três de seus quadros devolvidos à Alemanha

NOVA YORK, 14 Jul 2010 - Os Estados Unidos anunciaram a devolução nesta quarta-feira à Alemanha de 11 quadros roubados por seus soldados durante a ocupação desse país no fim da Segunda Guerra Mundial.

O procurador-geral do distrito sul de Nova York, Preet Bharara, afirmou ter devolvido as obras de arte às autoridades alemãs em uma cerimônia realizada no Instituto Goethe dessa cidade.

Trata-se de 11 telas roubadas por militares americanos de um refúgio antiaéreo instalado em uma escola de Pirmasens (sudoeste da Alemanha) depois da invasão dos aliados, em 1945.

Os quadros faziam parte da coleção de obras do museu municipal de Pirmasens e estavam guardados no refúgio para protegê-los dos bombardeios aliados.

Uma descendente do sargento americano Harry Gursky, morto em 1988, descobriu os quadros no sótão de sua casa nos Estados Unidos, realizou uma investigação e decidiu devolvê-los.

Três dos quadros são obra do artista alemão Heinrich Buerkel, estimados cada um em US$ 50 mil, e sete são retratos dos filhos do rei Luis 9º realizados por artistas menos conhecidos, de uns US$ 4 mil cada um.

"Cada obra de arte devolvida simboliza um ato de justiça, que nos aproxima do objetivo de repatriar todas as obras tomadas dos museus durante a Segunda Guerra Mundial", disse Bharara no ato de devolução.


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Interpol divulga alerta e fotos de quadros roubados em Paris

22/05/2010 12h54 - Atualizado em 22/05/2010 13h23
Interpol divulga alerta e fotos de quadros roubados em Paris

Foram levadas cinco obras avaliadas em 100 milhões de euros no total.
Quadros faziam parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Paris.
Do G1, com informações da EFE

imprimir A Interpol anunciou neste sábado (22) que divulgou uma "alerta global" aos seus 188 países-membros e fotos das cinco obras-primas roubadas na quinta-feira (20) no Museu de Arte Moderna de Paris.

É uma iniciativa destinada a ajudar às autoridades francesas a "localizar e recuperar" os cinco quadros, entre estes um Picasso e um Matisse, avaliados em 100 milhões de euros, detalha o comunicado divulgado pela organização policial internacional, com sede na cidade francesa de Lyon.

As imagens das peças se somam à base de dados de obras de arte roubadas no mundo que tem a Interpol, à qual podem ter acesso não só autoridades, mas também organizações culturais e profissionais, como ministérios de Cultura, museus, casas de leilões, galerias de arte e colecionadores.


Investigador examina moldura da qual teria sido retirada uma das pinturas roubadas. (Foto: AP)"Com a emissão de um alerta global por meio da Interpol, as autoridades francesas podem ter a certeza de que a Polícia de todo o mundo conta com a informação necessária para ajudar a localizar e, eventualmente, recuperar, as obras de artes roubadas", afirma o responsável da organização, Jean-Michel Louboutin.

Trata-se de cinco quadros "extraordinários" de grandes artistas e muito reconhecidos, por isso que, advertiu, "será difícil vendê-los em qualquer mercado".

A Interpol faz um chamado às pessoas que possam ter qualquer informação relacionada ao roubo ou a eventual tentativa de venda de algumas das obras para que entrem em contato imediatamente com a organização, acrescenta a nota.

Obras roubadas


As obras levadas do local são "Le pigeon aux petits pois" (em tradução livre, "O pombo e as ervilhas"), de Picasso; "La pastorale" ("A pastoral"), de Matisse; "L'olivier près de l'estaque" ("A oliveira próxima ao estaque"), de Braque; "La femme à l'éventail" ("A mulher com leque") de Modigliani; e "Nature morte aux chandeliers" ("Natureza morta com candelabros"), de Léger.

Detalhes das obras de Picasso, Modigliani e Matisse roubadas de museu em Paris. (Foto: Reprodução)Pintado em 1912, "Le pigeon aux petits pois" é um óleo sobre tela de natureza morta do pintor espanhol. Recentemente, uma obra de Picasso arrematada em um leilão o elevou ao posto de artistas mais caro do mundo.

O Museu de Arte Moderna de Paris, inaugurado no início da década de 60, fica em uma área residencial de Paris, junto ao teatro de Chaillot e perto da Torre Eiffel. A coleção permanente da instituição, que tem 8.000 obras, possui entre outros, quadros de Delaunay, Derain e Bonnard, foi formada graças à contribuição de colecionadores privados.

Outro Picasso roubado

Nesta sexta-feira, outra obra de Picasso foi roubada de um colecionador em Marselha, no sul da França. Dois bandidos entraram na casa do homem de cerca de 60 anos e o espancaram. Além de uma litografia do artista representando a face de uma mulher, foram levadas outras quatro obras, de artistas menos conhecidos.



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Obra de Portinari avaliada em R$ 1,2 milhão é furtada de museu em Olinda


15/07/2010 - 13h25
Obra de Portinari avaliada em R$ 1,2 milhão é furtada de museu em Olinda
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FÁBIO GUIBU
DE RECIFE

Um quadro do pintor Cândido Portinari (1903-1962) foi furtado nesta quarta-feira (14) do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, localizado no centro histórico de Olinda (região metropolitana de Recife).

A obra --um óleo sobre madeira de 23 cm x 33 cm chamada "Enterro", avaliada em R$ 1,2 milhão-- estava em uma sala com outras cinco peças do artista, que não foram furtadas.

Divulgação

A obra "Enterro", de Portinari, foi furtada de museu em Olinda

Segundo a diretora do museu, Célia Labanca, o furto só foi percebido no início da noite de ontem, quando os seguranças fechavam o prédio --uma construção do século 17, com grades de ferro no lugar de janelas.

Para fechar essas aberturas, os seguranças usam tapumes de madeira. Ao colocar uma delas no lugar, a moldura do quadro caiu no chão. Ela estava escondida atrás do tapume, presa por uma fita adesiva vermelha.

A obra furtada foi pintada em 1959 e faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção de Assis Chateaubriand, e foi doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.

Segundo a diretora, o MAC, com cerca de 4.000 obras, não possui vigilância eletrônica, como câmeras e sensores de presença. Na quarta-feira, 17 pessoas assinaram a lista de visitantes do local. A Polícia Civil investiga o caso.




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Para diretora de museu, furto a Portinari foi trabalho de profissional


15/07/2010 - 19h55
Para diretora de museu, furto a Portinari foi trabalho de profissional


A diretora do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, de onde foi furtado nesta quarta-feira (14) um quadro do pintor Cândido Portinari (1903-1962) avaliado em R$ 1,2 milhão, acredita que o serviço foi efetuado por profissionais.

Divulgação

A obra "Enterro", de Cândido Portinari, que foi furtada do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, em Olinda

"Para mim, foi trabalho de profissional", disse a diretora Célia Labanca, referindo-se ao furto. "Ele [o ladrão] retirou o quadro de uma sala, levou para outra, desmontou a peça e grudou a moldura atrás de um tapume sem ninguém perceber."

Peritos da Polícia Civil, que investiga o caso, estiveram nesta quinta-feira (15) no museu, que fica no centro histórico de Olinda (região metropolitana de Recife), em busca de vestígios e impressões digitais.

A Polícia Federal e a Interpol também foram comunicadas sobre a ocorrência.

A Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco), que administra o museu, informou que o local é vigiado 24 horas por dia e que monitores acompanham os visitantes. Mas não há câmeras nem sensores de presença.

O Estado diz que vai investir R$ 2 milhões por ano na segurança de 23 museus e espaços culturais. Até o fim do ano, afirma, serão contratados 40 vigilantes armados e instaladas 210 câmeras.

Tela

Chamada "Enterro", a obra furtada --um óleo sobre madeira medindo 24,5 x 33,5 cm-- estava exposta em uma sala sem vigilância eletrônica com outras cinco do artista, que não foram levadas.

O local é de responsabilidade do governo do Estado. Lá trabalham só quatro seguranças, divididos em turnos.

Segundo a diretora do museu, o desaparecimento da obra só foi percebido no início da noite.

Seguranças se preparavam para fechar o prédio --uma construção do século 18, com grades de ferro no lugar das janelas. Ao colocarem tapumes de madeira nos vãos das grades, como fazem sempre, viram uma moldura sem o quadro cair no chão.

A peça estava escondida atrás de uma das tábuas, presa com uma fita adesiva vermelha. Foi constatado então que ela fazia parte do "Enterro", exposto até o dia anterior em outra sala.

Pintada em 1959, a obra faz parte da fase conhecida como "série azul" de Portinari. A pintura integrava a coleção do jornalista Assis Chateaubriand (1892-1968) e havia sido doada para compor o acervo que deu origem ao museu, em 1966.





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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Polícia encontra quadro de Monet roubado há dez anos na Polônia

13/01/2010 - 09h17
Polícia encontra quadro de Monet roubado há dez anos na Polônia

da Associated Press, em Warsaw

A polícia polonesa afirmou ter encontrado uma pintura do artista impressionista francês Claude Monet que foi roubada em um museu do país em 2000.

Romuald Piecuh, porta-voz da polícia, afirmou nesta quarta-feira que oficiais detiveram um homem de 41 anos na cidade de Olkusz após o quadro, intitulado "Beach in Pourville", ser encontrado com ele.

De acordo com o representante, o suspeito e o quadro estão a caminho da cidade de Poznan.

O quadro "Beach in Pourville", de Monet, foi recuperado após dez anos pela polícia polonesa

A obra foi roubada em setembro de 2000 do Museu Nacional de Poznan. Na época, o quadro era avaliado em US$ 1 milhão.



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