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Somos Arte
terça-feira, 1 de março de 2016
Loving Vincent - Trailer 2016 (web)
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Gogh Shadow : Luca Agnani
Gogh Shadow - 3D Animation
Paintings
2. Langlois Bridge at Arles, The
3. Farmhouse in Provence
4. White House at Night, The
5. Still Life
6. Evening The Watch (after Millet)
7. View of Saintes-Maries
8. Bedroom
9. Factories at Asnieres Seen
10. White House at Night, The
11. Restaurant
12. First Steps (after Millet)
13. Self-Portrait
Music:Experience - Ludovico Einaudi
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Van Gogh pode ter feito versões das suas próprias obras
HENRY ADAMS
Fonte: Folha de SP 29/10/2013 - 06h44
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Exposição traz revelações sobre o uso de cores de Van Gogh
Exposição traz revelações sobre o uso de cores de Van Gogh
NINA SIEGAL
DO "NEW YORK TIMES", EM AMSTERDÃ
| AP | ||
| Quadro "The Bedroom", de Van Gogh |
| Divulgação | ||
| Tela "Noite Estrelada", obra do pintor holandês Vincent Van Gogh |
| Divulgação/Van Gogh Museum Amsterdam | ||
| Clássico autorretrado do pintor holandês, que morreu na França em 1890 |
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
Van Gogh-Vida E Obra De Um Genio (1990) Filme
Van Gogh - Vida e obra de um gênio
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
OS IMPRESSIONISTAS - VINCENT VAN GOGH
Publicado em 17/03/2012 por pauloalx no Youtube
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domingo, 11 de setembro de 2011
Sede de Viver (1956)
Vincente Minnelli | Cinema de Música e Drama13 Set a 25 SetLocal: Cinema | CCBB SP Horário: Conforme programação |
Particularmente ativo entre as décadas de 1940 e 1960, dirigiu clássicos absolutos da história do cinema, tais como os musicais Sinfonia de Paris (1951) e Gigi (1958), ambos vencedores do Oscar de Melhor Filme; e o drama Sede de Viver (1956), cinebiografia do pintor Vincent Van Gogh, magistralmente interpretado por Kirk Douglas, além de dirigir as grandes estrelas de sua época, como Judy Garland (com quem se casou e teve a filha Liza Minnelli), Frank Sinatra, Maurice Chevalier, Gene Kelly, Cyd Charisse, Lana Turner, Liz Taylor e Richard Burton. A mostra é composta por 16 filmes, todos projetados em 35 mm, permitindo assim o contato nas salas de cinema com uma obra permeada por grandes filmes dramáticos e divertidos musicais.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Museu acredita que retrato de Van Gogh representa seu irmão
O Museu Van Gogh de Amsterdã comunicou nesta terça-feira ter indícios de que um autorretrato de Vincent van Gogh (1853-1890), no qual o pintor aparece com uma jaqueta azul e um chapéu amarelo, representa na realidade seu irmão Theo (1857-1891).
O quadro faz parte de uma exposição aberta nesta terça-feira na qual o museu expõe 93 obras do artista pintadas na Antuérpia e em Paris, e que foram objetos de estudo para revelar novos elementos da obra de Van Gogh, segundo indicou a pinacoteca em comunicado.
Segundo o pesquisador Louis van Tilborgh, responsável pelo estudo, no retrato em questão a barba é menos avermelhada que a de outros autorretratos de Van Gogh e está cortada na metade da bochecha, enquanto o pintor a deixava sempre mais espessa.
Tilborgh também acredita que se trata de um retrato de Theo Van Gogh, porque a orelha vista no quadro é muito mais redonda que a do pintor, o que coincide com outras fotos de Theo, que se parecia muito com o irmão.
A mostra, que será exibida até dia 18 de setembro, inclui outras descobertas como o fato do famoso quadro que representa duas botas desgastadas de um operário ocultar uma paisagem parisiense, o que confirmaria que Van Gogh o pintou quando vivia em Paris, onde esteve entre 1886 e 1888, e não na cidade holandesa de Nuenen.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Comentário sobre Van Gogh

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sábado, 21 de agosto de 2010
Site inclui fac-símiles e conta história das cartas de Van Gogh
RAQUEL COZER
da Folha de S.Paulo
O site Van Gogh Letters (www.vangoghletters.org), que o Museu Van Gogh colocou no ar por ocasião do lançamento dos seis volumes em livro e da exposição em Amsterdã (até janeiro), permite ver toda a correspondência conhecida do artista --das 902 cartas, apenas 80 foram recebidas por ele.
Ao clicar em alguma das cartas --que podem ser escolhidas por época, lugar, interlocutor ou somente com esboços--, é possível ler o texto original (em holandês ou francês, língua em que Van Gogh também era fluente) e ainda a tradução para o inglês, além de ver as páginas em fac-símile.
As numerosas notas de rodapé aparecem em links ao longo do texto. São identificadas, por exemplo, até as datas de nascimento e morte de um jardineiro que serviu de modelo vivo para Van Gogh.
Em outro link, é possível ver todas as imagens de pinturas de outros artistas citadas na correspondência.
O livro "Vincent van Gogh -The Letters" (Thames & Hudson) pode ser encomendado pela Amazon por US$ 480 (cerca de R$ 830).
arte Folha de S.Paulo/arte Folha de S.Paulo



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Leia trecho da biografia premiada inédita de Van Gogh
da Folha Online

A biografia de Van Gogh assinada por David Haziot, obra vencedora do Prêmio da Academia Francesa em 2008, chegará ao Brasil no começo de 2010, editado pela L&PM Pocket.
Filósofo de formação, escritor, David Haziot publicou em 2000 o romance, "Le Vin de la Liberte" (Robert Laffont, prêmio do romance histórico e prêmio da Academia do vinho de Bordeaux), o romance-conto em 2002 sobre o fim do matriarcado no neolítico, "Elles". Também é autor de "L'Or du temps", um romance-quadrinhos poético, de três volumes, inspirado no mito de Orfeu, com o desenhista François Baranger. Editou e prefaciou três volumes das "Vidas de Plutarco". Obras ainda inéditas no Brasil.
Leia abaixo um trecho dessa biografia inédita de Vincent Van Gogh, que foi um dos gênios mais negligenciados em vida na história da arte.
*
Um túmulo acusador?
Desde o seu nascimento, Vincent Willem Van Gogh viveu em dificuldade. Nasceu em 30 de março de 1853, exatamente um ano após uma criança natimorta chamada, como ele, Vincent Willen Van Gogh.
O túmulo desse primeiro Vincent se achava a poucos passos da igreja onde o pai oficiava como pastor de Groot Zundert, pequena aldeia rural de uma centena de habitantes no sul da Holanda. Assim, tão logo aprendeu a ler, o pequeno Vincent pôde ver seu nome como no seu próprio túmulo. Ele seria um eterno substituto.
Para os psicólogos e psiquiatras, essa situação cria na criança uma grande culpa em relação ao desaparecido, pois o sentimento de ter provocado essa morte por ter nascido, por existir, se impõe no núcleo de sua personalidade. Para justificar sua existência, a nova criança deve dilatar seu ego ao infinito realizando prodígios ou contentar-se em ser nada e desaparecer, se não tiver energia bastante. Além do mais, quem era esse morto que tinha o seu nome? Rivalizar com um irmão ou uma irmã já é difícil; mas com um morto? um desconhecido do qual tudo se pode supor, cujo ser se abre como um abismo de maravilhas no imaginário? O que fazer para merecer estar vivo? A existência de Van Gogh teria se apresentado como uma dívida a pagar.
Um outro pintor teve de enfrentar bem mais tarde uma situação análoga: Salvador Dalí foi precedido de um outro defunto Salvador Dalí amado pelos pais. O pintor teria reagido por um desapego absoluto e humorístico de si, perpetuamente votado ao fracasso e sempre a recomeçar.
Vários argumentos tendem a moderar essas explicações.
Em primeiro lugar, a mortalidade infantil, na metade do século XIX, ainda fazia que uma situação como a de Van Gogh ocorresse com frequência, e era de tradição dar o nome do filho falecido ao que vinha ao mundo depois dele. O enraizamento cultural dessa prática retira-lhe o caráter excepcional ou mesmo assustador que pode ter aos nossos olhos. Além disso, é preciso saber que na família de Van Gogh o avô de Vincent se chamava Vincent Van Gogh, e que um irmão do seu pay, rice comerciante de obras de arte, também se chamava Vincent Willem Van Gogh! E houve dois outros Vincent mais antigos, dos quais o pintor teve certamente conhecimento nessa família que conserva registros há séculos e conta com vários pastores. Outros tios do pintor receberam, como segundo prenome, às vezes Vincent, às vezes Willem... É algo que dilui o impacto do túmulo homônimo, sem reduzir completamente o seu poder.
Como esse tio rico Vincent Willem não tinha filhos, é provável que os prenomes do nosso Vincent (e do irmão natimorto) foram dados em sua honra como para solicitar-lhe o apadrinhamento, o que Vincent obteve até um certo ponto. Por fim, convém voltar às observações limitativas de Freud a propósito de Leonardo da Vinci: numa situação psicológica idêntica à dele, um outro indivíduo teria certamente sido o inverso de Leonardo. Nem todas as crianças nascidas após um irmão morto e de mesmo nome se tornaram, longe disso, artistas como Van Gogh e Dalí. Resta um mistério cuja elucidação possível Freud remete ao substrato biológico da pessoa.
Mas, a nosso ver, o mistério permanece irredutível, pois uma personalidade é o resultado de uma tal complexidade e quase infinidade de forças, grande ou pequenas, agindo em todos os sentidos, mas todas eficientes, que é impossível dizer o que o indivíduo fará em cada etapa do seu desenvolvimento. Sua marcha é tão "caótica" como a dos planetas dos quais não se pode mais dizer com certeza onde estarão para além de um horizonte preditivo que se calcula; o aleatório torna-se assim o fundo da existência do sujeito. Em outras palavras, diremos que Van Gogh era livre para ser ou não ser o que ele foi.
A presença sepulcral de um irmão morto do qual ele tinha o nome foi uma das forças atuantes na sua vida entre uma série de outras, que em sua maior parte desconhecemos. Um siblime aspecto de luz durante um passeio no campo holandês pode ter sido tão determinante quanto essa questão. É o que sabe toda pessoa confrontada à criação artística. Pois a obra de Van Gogh nem sempre é triste ou trágica. Ela respira às vezes uma incomparável felicidade de existir. Uma biografia, portanto, deve apresentar com humildade alguns referenciais sobre um fundo de ignorância, mas sem mitos, se não para atingir uma transparência impossível do artista, pelo menos para amá-lo e apreciar suas obras com mais profundidade, respeitando sua liberdade ou aquele "inarredável núcleo de noite" em cada um de nós, de que falava André Breton.
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Especialistas autenticam tela de Van Gogh com moinho de vento
da Reuters
Uma pintura de um moinho de vento atribuída recentemente ao mestre holandês Vincent van Gogh começou a ser exposta nesta quarta-feira, após passar décadas no depósito de um museu provincial holandês.
Depois de especialistas do Museu Van Gogh, de Amsterdã, terem concluído que "Le Blute-fin Mill" é, de fato, obra do artista holandês, a tela colorida mostrando grandes figuras humanas em volta de um moinho foi posta em exposição no Museum de Fundatie, em Zwolle.
O quadro "Le Blute-Fin Mill", de Van Gogh, que está em exposição na Holanda
"A pintura é um pouco atípica de Van Gogh devido ao grande número de pessoas que aparece, mas também é muito típica dele devido ao lugar de destaque ocupado pelo moinho", disse o diretor do museu Fundatie, Ralph Keuning, que descobriu a tela em 2007.
De acordo com especialistas, a tela data de 1886. Ela foi comprada há 35 anos pelo fundador do museu, Dirk Hannema, conhecido como experiente colecionador de arte, mas que foi ridicularizado depois de ter errado ao atribuir outra tela ao pintor holandês Vermeer, na década de 1930.
Hennema expôs a tela em sua própria casa até sua morte, em 1984, quando ela desapareceu no depósito do museu, reaparecendo por períodos breves em 1993 e 2007.
O colecionador de arte afirmou ter mais três telas de Van Gogh, mas, segundo Keuning, não foram encontradas provas disso.
Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês.
Alexandre Fester.
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Blog irá acompanhar restauração de quadro de Van Gogh
da Associated Press, em Amsterdam
Uma das pinturas mais famosas de Vincent van Gogh, "O Quarto em Arles", foi retirada do museu que leva o nome do artista para ser restaurada. Mas os amantes da arte podem acompanhar a restauração por meio de um blog, hospedado no site do museu.
A pintura, de 1888, como diz o nome, retrata o quarto do pintor na cidade francesa de Arles.
Quadro "O Quarto em Arles", de Van Gogh, que terá processo de restauro mostrado em blog
A porta-voz do museu, Natalie Bos, disse que algumas cores do quadro sumiram. A pintura foi removida do local em janeiro, e o trabalho de restauração deve seguir até agosto.
Bos disse hoje que a líder do projeto, Ella Hendriks, irá postar sobre o trabalho de restauração uma ou duas vezes por semana para mostrar como a recuperação é feita.
Vocês são realmente excepcionais! A gente que lida com arte que passamos por diversos tipos de exposições, o resultado do que eu falo ou faço é proporcional a participação de vocês. Alexandre Fester.
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