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terça-feira, 21 de abril de 2015

10 curiosidades sobre o desenho do seu filho



10 curiosidades sobre o desenho do seu filho
Desenho de criança é mais do que um monte de riscos: é uma forma de expressão.
Veja 10 fatos curiosos que ajudam a entender o que ela anda rabiscando
Por Mariana Meira, filha de Marisa e Celso
17.07.2014
 Quando uma criança recebe (ou pega!) nas mãos uma canetinha e uma folha de papel, a gente já sabe 
o que vem depois: uma verdadeira arte. No papel, na mesa, na parede, nas mãos… e isso é ótimo!
Separamos uma lista de coisas que você talvez ainda não sabe sobre os desenhos do seu filho:

1. Desenhar é contar uma história. “Quando uma criança desenha ou pinta, não está em questão o 
julgamento estético de arte. O que se tem ali é uma criança contando sua história particular, única”, diz a 
arte-educadora Luiza Olivetto, mãe de Homero. Até a Pais&Filhos TV entrou na dança: pediu pra 
que uma turma toda criativa de crianças desenhassem como imaginavam uma das histórias engraçadas 
de criança que recebemos. Essa arte virou uma série de desenhos animados super fofa. 
O último episódio que estreou no canal pode ser visto clicando aqui.
 2. Na hora de desenhar, não existem regras. A gente fica meio preso mesmo: é a sujeira, é o 
desenho que está esquisito ou sem sentido... A notícia é: isso é ótimo para o desenvolvimento dela.
3. Não existe desenho feio. O certo, o erro, o bonito ou o feio são palavras que não existem no 
universo da imaginação infantil. Mesmo que o desenho não faça sentido nenhum, não faça críticas,
isso só vai bloqueá-lo. O ideal é pedir para que a criança fale sobre o seu trabalho, conte o que criou, 
por que usou aquelas cores etc.
4. O desenho faz a criança conhecer os próprios sentimentos. É através dele que ela coloca pra 
fora suas percepções de mundo, suas sensações. E isso elas fazem muito melhor do que nós, adultos,
 que estamos mais preocupados com o resultado e com a forma do que com o processo em si.
5. Antes dos 3 anos, a criança só rabisca mesmo. São as chamadas garatujas, que começam com 
formas retas e depois ganham contornos circulares. Mesmo esses formatos estranhos são uma forma 
de comunicação da criança. É como ela enxerga seu mundo e consegue expressá-lo.
6. A partir dessa idade, ela quer mostrar seus rabiscos. Por ter mais noção de coletivo no lugar da 
indiviualidade, ela vai perceber que pode oferecer algo ao outro. E aí os “olha, mãe”, “olha, pai” passam 
a ser frequentes.
7. O tamanho do desenho diz muito sobre a criança. “Crianças que desenham tudo pequeno são 
mais retraídas, introvertidas, chamam menos a atenção, ou são mais reprimidas. As que ocupam 
espaço maior são mais expansivas, mais soltas, se sentem mais livres”, exemplifica a arteterapeuta 
Mônica Guttman, mãe de Suzana e Laszlo. As cores e a força no papel também podem dar indícios do 
momento emocional em que ela está vivendo.
8. Desenhos prontos para colorir ou livre expressão? Tanto faz. Para a maioria dos especialistas,
 isso não é arte, já que não permite a criação livre, com as impressões pessoais de cada criança. 
Já a arte-educadora Camila Di Giacomo, mãe de Ian e Lorenzo, e dona do Ateliê Sucatinha de Luxo, 
acha que tudo bem. “Mostrar referências e obras de artistas às crianças pode ser muito rico”, diz.
9. Desenhar faz bem para o desenvolvimento motor. E também para a criatividade, para a 
percepção e, claro, no processo dos pais conhecer melhor o próprio  filho.
10. Estimular é legal. Uma dica bacana é fazer uma “exposição de arte” das obras da criança para 
toda a família. Essa é uma forma de valorizar a arte do seu filho, além de ser ótimo para a autoestima 
e desenvolvimento dele. Não é assim que a gente faz quando gosta de um quadro e quer emoldurá-lo, 
por exemplo?
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quadros de artista de 7 anos são vendidos por R$ 415 mil

Colecionadores de arte acamparam por 48 horas na porta da galeria onde os trabalhos de Kieron Williamson foram leiloados.


Quadros de artista de 7 anos são vendidos por R$ 415 mil
Colecionadores de arte acamparam por 48 horas na porta da galeria onde os trabalhos de Kieron Williamson foram leiloados.
Da BBC


O jovem artista Kieron Williamson, que vendeu
quadros por R$ 415 mil. (Foto: BBC)Uma exposição de pinturas feitas por um artista de 7 anos, da região de Norfolk, na Inglaterra, teve todos os seus quadros vendidos em apenas meia hora.

Veja vídeo de reportagem com o jovem artista Kieron Williamson


Os trabalhos de Kieron Williamson foram vendidos pelo equivalente a R$ 415 mil.

Colecionadores de arte acamparam por 48 horas na porta da galeria Picturecraft, na cidade de Holt. Alguns vieram dos Estados Unidos, especialmente para o leilão.

O talento de Kieron foi descoberto quando ele tinha cinco anos. Kieron usa pastéis, aquarela e tinta a óleo para criar seus quadros.


"Pintar como os pintores do renascimento me levou alguns anos, pintar como os pequenos me levou toda a vida."
(Pablo Picasso)


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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ensinar o Desenho?

Ensinar o Desenho?

“Os desenho infantis são, portanto, palavras; ao desenhar, a criança expressa (coisa bem diferente do que sua inteligência ou seu nível de desenvolvimento mental: uma espécie de projeção da sua própria existência e da dos outros, ou melhor, da maneira pela qual se sente existir, e sente os outros existirem)1. Eis porque a psicologia projetiva, por exemplo, utiliza muito os desenhos das crianças, como objetivos nos quais é possível ler uma personalidade; sabe-se que diversos testes são elaborados a partir desta hipótese. Quem ensina desenho pode, é certo, tirar disso um considerável proveito.”

Loui Porcher, livro Educação Artística Cap. 5 “O desenho”página 108
1. Anzieu, D., Les méthodes projectives, Ed. P.U.F., Paris, 1960.


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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Guia seleciona atrações para o Dia da Criança divididas por faixa etária

Guia seleciona atrações para o Dia da Criança divididas por faixa etária

2 a 5 ANOS


Brincadeiras e oficinas
Oficina Construir e Brincar
Instrutores ensinam os pequeninos a construir brinquedos diversos, com o uso de tintas, tecidos e outros materiais. Brincadeiras de rua tradicionais, como esconde-esconde, complementam o programa.
Informe-se sobre o evento


7 a 12 ANOS


Grafite Interativo
A intenção da oficina é trazer a técnica da arte de rua para as crianças. Ao lado dos artistas plásticos Lee e Lou, elas aprendem técnicas básicas de grafite e poderão abusar da criatividade. Como resultado final, um grande painel será pintado pelos participantes.
Informe-se sobre o evento

Exposição


Keith Haring
Em homenagem às crianças, a Livraria Cultura exibe uma mostra inspirada no artista norte-americano Keith Haring. Na vitrine, há três painéis com páginas gigantes adornadas com desenhos de artistas da galeria Choque Cultural. A exposição é baseada no livro "O Livro da Nina para Guardar Pequenas Coisas", que o artista fez para uma garotinha poder interagir artisticamente em todas as páginas, de forma livre.
Livraria Cultura - loja de Artes - av. Paulista, 2.073, Bela Vista, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3170-4033. Seg. a sáb.: 9h às 22h. Dom. e dia 12: 12h às 20h. Até 24/ 10. Grátis. Classificação etária: livre.

PARA FAMÍLIA


Exposições

Energia
As instalações, que ocupam uma área de 1,400 m 2, impressionam os pequenos. Lá, é possível entender o universo da energia por meio de uma viagem interativa que começa com um vídeo e passa por diversas instalações, entre maquetes de cidades, painéis com fotos e uma área onde é possível entender um pouco sobre energia nuclear.
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Estação Ciência
É um centro interativo de divulgação da ciência, com atrações como a escultura áudio-cinética, feita com sinos, campainhas, molas e esferas, que se movimentam e produzem sons. Há também o simulador de terremotos, em que as crianças aprendem como se mede o "tamanho" de um terremoto, e duas réplicas de esqueletos de dinossauro em tamanho real.
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Ibirapuera
Pais e filhos costumam se divertir no parque mais frequentado da cidade. Além de aproveitar atrações como o viveiro Manequinho Lopes e a Bienal de SP, a criançada pode curtir uma das quadras de esporte ou áreas verdes. Domingo (10), haverá a inauguração de um novo playgroung totalmente adaptado para crianças com restrições de mobilidade. O MAM, que fica dentro do parque, prepara uma programação especial na terça (12), a partir das 14h30 com brincadeiras, espetáculos teatrais e uma oficina de desenho.
Informe-se sobre o evento



“Vivemos graças ao caráter superficial de nosso intelecto, em uma ilusão perpétua. Para viver necessitamos da arte a cada momento, nossos olhos nos retêm formas, se nós mesmo educarmos gradualmente esse olho, veremos também reinar em nós uma força artística, uma força estética”. Nietzsche


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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Designação da Arte Infantil

Arte Infantil
Designação da Arte

Designa-se por arte infantil o modo visual pelo qual as crianças exprimem suas atitudes mentais, a maneira pela qual traduzem em formas suas experiências, problemas ou eras anotações.
A arte infantil é m meio de comunicação entre a criança e o mundo que a cerca (a criança pinta ou desenha melhor do que escreve ou fala, até 7 ou 9 anos) e propicia à criança ao mesmo tempo uma via de escoamento emocional e uma fonte de prazer estético.
A arte infantil, que começou a despertar a atenção de psicólogos e educadores em fins do século passado, tem sido interpretada de diversas maneiras. Uma delas, surgida em inícios do século atual, aproximava o desenho infantil (que se assemelha em qualquer parte do mundo, a despeito da nacionalidade e do estágio cultural) do desenho do homem primitivo, e buscava provar que o indivíduo, no decurso de sua existência, repete, de certo modo, o desenvolvimento da Humanidade, desde o homem das cavernas ao homem da Renascença.
Por volta de 1920 a arte infantil conheceu ampla revalorização, pois nela viram as expressionistas umas das fontes em que se basearam para exprimir as emoções puras e direitas, despidas de qualquer sofisticação oriunda do aprendizado ou da tradição. Presente, encara-se a arte infantil como auxiliar precioso na elucidação dos fatos e das circunstâncias relacionados com o desenvolvimento da criança. Por conseguinte, a investigação perdeu muito do caráter especulativo e filosófico dos primeiros tempos, para ganhar em objetividade e funcionalidade da educação.
Exemplo notável dessa aplicação didática da arte infantil é o que se apresenta, entre nós, com a Escolinha de Arte do Brasil, idealizada e fundada pelo desenhista Augusto Rodrigues, e que mereceu os mais calorosos elogios de Herbert Read. A escolinha não pretende de nenhum modo formar pequenos artistas, mas tão somente cidadãos psicologicamente equilibrados e socialmente integrados.




“Vivemos graças ao caráter superficial de nosso intelecto, em uma ilusão perpétua. Para viver necessitamos da arte a cada momento, nossos olhos nos retêm formas, se nós mesmo educarmos gradualmente esse olho, veremos também reinar em nós uma força artística, uma força estética”. Nietzsche


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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Arte Infantil


Vivemos graças ao caráter superficial de nosso intelecto, em uma ilusão perpétua. Para viver necessitamos da arte a cada momento, nossos olhos nos retêm formas, se nós mesmo educarmos gradualmente esse olho, veremos também reinar em nós uma força artística, uma força estética”.Nietzsche


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Desenvolvimento e Crescimento Humano.

Para Torrance as curvas de desenvolvimento para a maioria das capacidades nas quais estão incluídas o pensamento criador parecem que seguem um esquema bastante diverso de outros aspectos do desenvolvimento e crescimento humano. Por isto, acrescenta, é importante que os educadores e pais conheçam as características por nível de idade e que procedimentos podem ser seguidos que ajudam na ampliação do pensamento e ação criadora.

- Do nascimento até os dois anos de idade – Principia a desenvolver-se a imaginação. A criança pergunta o nome das coisas e tenta reproduzir sons e ritmo. Discrimina as rotinas cotidianas e tem expectativa ante feitos especiais. Possui grande curiosidade e necessidade de exploração ambiental.

- Dos dois aos quatro anos de idade – Durante este período a criança aprende sobre o mundo através da experiência direta repetindo-a nos seus jogos verbais e imaginários. Gosta das maravilhas da natureza. Desenvolve o senso de autonomia e deseja fazer as coisas por si. A curiosidade se mantém viva e formula perguntas sobre todas as coisas. Continua possuindo uma enorme vontade de explorar e conhecer que pode tornar-se relevante, se os adultos aceitarem e a estimularem.

- Dos quatro aos seis anos de idade – A criança típica, desta idade, possui boa imaginação. Aprende as habilidades de planejar pela primeira vez. Tem satisfação antecipada em prever os seus jogos e tarefas. Adquire, nestes momentos, especial importância a aprendizagem de papéis adultos e os jogos são verdadeiras imitações da vida. Estamos na fase da pré-escola e parece que o papel do adulto torna-se relevante para que a criança consiga melhores desempenhos e confiança em si mesma. Esta é a opinião de Hildebrand.

- Dos seis aos oito anos de idade – Gloton e Clero dizem que nesta faixa de idade a criança tem uma necessidade crescente que a leva a atividades de destreza e utilização descobrindo utensílios e instrumentos. O Valor dos materiais adquire também importância básica. Temos o começo da habilidade dominada e a utilização das primeiras descobertas.

- Dos nove aos onze anos de idade - Diminui a vontade de jogar, transformando-se em necessidade de agir. Há uma tendência para a construção de objetos pessoais. A curiosidade continua sendo permanente e cresce o desejo de informação e realização.

- A partir dos doze anos – O pré-adolescente e adolescente tratam de integrar-se à vida adulta com as conseqüentes crises e medos de fracassar, tendo uma problemática de identidade. Existe uma sensibilidade mais apurada em ambos e as realizações intelectuais, bem como, a curiosidade criativa se evidenciam de forma notória.



“Vivemos graças ao caráter superficial de nosso intelecto, em uma ilusão perpétua. Para viver necessitamos da arte a cada momento, nossos olhos nos retêm formas, se nós mesmo educarmos gradualmente esse olho, veremos também reinar em nós uma força artística, uma força estética”.Nietzsche


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terça-feira, 27 de julho de 2010

Arte infantil sem a intervenção humana, ela é por si só o que melhor pode a criança fazer naturalmente

Essa página é dedicada a todas as crianças que se dispuseram a desenhar sem a intervenção adulta, trabalhos esses apenas com o incentivo de lhe dar os materiais e por si só desenvolveram seus trabalhos. Aqui estão como uma forma de incentivo que pais e responsáveis possam incentivá-las sem sua intervenção, deixem suas idéias fluírem elas tem potencial, nosso trabalho é compreendê-las elas dizem muito em seus desenhos tenham certeza disso, não menospreze por mais simples que sejam esses trabalhos, incentive, sem exageros aos elogios, sejam honestos, quando necessitarem de uma crítica preparem-as para receber na hora e medida certa. Sempre que conheço uma criança eu disponibilizo lápis, papéis a vontade, não custa nada tentar, um grande abraço, Alexandre.






"A arte alimenta-se de ingenuidades, de imaginações infantis que ultrapassam os limites do conhecimento; é ai que se encontra o seu reino. Toda a ciência do mundo não seria capaz de penetrá-lo."
(Loinello Venturi)

"Na época em que a criança é capaz de desenhar algo mais que rabiscos, ou seja, por volta dos três ou quatro anos de idade, um conjunto de conhecimentos conceituais, já bem estabelecidos e formulados em termos verbais, domina sua memória e controla seu trabalho gráfico (...) Os desenhos são exposições gráficas de processos essencialmente verbais। Á medida que uma educação essencialmente verbal passa a dominar, a criança abandona seus esforços gráficos e passa a depender quase inteiramente de palavras। A linguagem primeiro estraga o desenho e, depois, engole-o completamente”.
(Karl Buhler, 1930)

“A partir da nossa infância, aprendemos a ver as coisas em termos de palavras: damos-lhes nomes e ficamos sabendo de fatos a seu respeito. O sistema verbal esquerdo, que domina, não quer informações em demasia sobre sas coisas que percebe - apenas o suficiente para reconhecer e categorizar. Parece que uma de suas funções é fazer uma triagem de uma grande proporção de percepção contextual. Isto é um processo necessário e que funciona muito bem para nós quase o tempo todo, permitindo-nos concentrar a nossa atenção. O hemisfério esquerdo do cérebro, neste sentido, aprende a dar uma olhadela de relance a dizer”; “Certo, aquilo é uma cadeira (ou um guarda-chuva, pássaro, árvore, cachorro etc.)”.
Mas, para desenhar, é necessário que você olhe para o que pretende desenhar durante um tempo prolongado, percebendo vários detalhes e a maneira de se encaixarem, registrando a maior quantidade de informações que lhe for possível o ideal é que registre tudo, conforme Albrecht Dürer parecia estar tentando"

"Inicialmente as crianças parecem ter um senso de composição quase perfeito, que perdem durante a adolescência e só recuperam á custa de muito estudo. Acredito que o motivo para isto é que as crianças mais velhas concentram suas percepções em objetos separados, existentes num espaço indiferenciado, ao passo que as menores constroem um mundo conceitual estanque, limitado pelas margens do papel. Para as mais velhas, as margens do papel parecem quase inexistentes, uma vez que não existem margens no espaço real e aberto".
(Betty Edwards)


“Não há pessoa mais criadora que uma criança pequena, que justamente brincando, cria todo um mundo de fantasia. Por isto poderia dizer que o grande mérito da arte é levar as pessoas a serem ainda crianças e remontá-las possivelmente aos primeiros estágios de pureza e intuição”.
Livro psicologia da Arte de Juan Mosquera pág.21


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